Normalmente não faço review de track mas… O country está tão vivo! O Espírito Santo do gênero, Taylor Swift retorna com uma música profunda e muito animada!
Dá vontade de remexer tanto o corpo, com uma produção complexa, que é visível os instrumentais que se unem em uma perfeita harmonia… Jack Antonoff você sabe bem o que estava fazendo!
I knew it, I knew you.
Com o sample de Gimme! Gimme! Gimme! do famoso grupo ABBA, Madonna abre o disco com Húng Up do jeito que deveria, traduzindo perfeitamente o sentimento: bíblia do pop, dançante e marcante.
É inegável o impacto do 14° álbum de estúdio da rainha do pop na indústria. Desde influências do Dance Pop ao Disco ao Electro, as faixas se interligam fazendo com que todos os ossos do corpo sintam a necessidade intrínseca de se ... read more
Iniciando com a canção Nice To Each Other, o álbum parece claramente abaixar as expectativas do que esperava. Em uma melodia simples e desinteressante, que não é capaz de prender a atenção, o que é uma forma um pouco desanimadora de começar um disco minimamente.
O álbum só parece realmente começar na quarta faixa, em Close Up, em que a melodia é fluida com um piano ambiente, e trambones e trompetes que ... read more
Em um canto teatral, THIS MUSIC MAY CONTAIN HOPE é uma autobiografia emocionante de RAYE. O dramático funciona perfeitamente com a tragédia moderna retratada. Depois de um lead single como WHERE IS MY HUSBAND?, uma faixa envolvente, dançante, que apresenta elementos do pop e do jazz, fundidos em instrumentais que trazem elegância a música, as expectativas para o segundo álbum de estúdio da cantora eram altas. E, bom, foram mais que ... read more
Nem tudo que reluz é ouro. Obra prima que não é ouro, mas com certeza reluz.
A música brasileira tá viva pra caralho. Em um álbum com influências do R&B, um pop dançante e mbp que combina com a marinada, além de ter joias raras que transitam em diferentes influências, mas todas tão bem escritas e produzidas, que é realmente chocante. Marina Sena tinha tudo para criar um dos melhores álbuns em ... read more
Na profundidade das narrativas de uma bilionária branca, a não-identificação funciona como uma explicação perfeita para a chave central do décimo segundo álbum de estúdio de Taylor Swift — A vida de uma Showgirl.
Depois de quatro meses ouvindo, digerindo e analisando, superficialmente e profundamente, esse disco, finalmente posso dizer algumas palavras singelas sobre The Life of A Showgirl. Talvez, embora ouvisse as ... read more
Zara Larsson consegue algo que poucos e se duvidar até nenhum artista consegue, atualmente: trazer exatamente o pop da década de 2010 de volta. O único problema é, embora seja bem produzido, bem escrito e possua uma ótima qualidade: é datado. A cantora sueca me surpreende, mas apresenta pouco para oferecer, aparentemente.
That’s Showbiz, baby!!! Um álbum digno de um debut de uma ESTRELA. Simplesmente com uma qualidade superior a 90% de todos os lançamentos desse ano. É exatamente o álbum pop dançante que precisávamos. Os poucos desvios que ocorrerem nem são por falta de talento, apenas pelo livre arbítrio da experimentação, que é algo que pode ser observado durante a sequência de 14 faixas que possuem suas próprias ... read more
Desequilibrado, divertido e torturante. O álbum me passa uma sonoridade que é um disco ao vivo, gravado em um bar de música country, para 30-50 pessoas no máximo, com uma produção de baixa qualidade, no interior dos Estados Unidos. Poderia funcionar em 2008, mas, em 2025, a produção é datada, muito longo para algo que não é sonoramente agradável. Os vocais não são os melhores, mas pioram, ... read more
Taylor Swift, I’m right where you left me!!!!!!!!!!
Revisitando o evermore, a única coisa que pode ser dita é que a qualidade de composição e artística é insuperável, inalcançável e extremamente superior a qualquer outro artista vivo.
Poucos erros no álbum que nem são relevantes o suficiente para comentar, mas o jeito que ela escreve sobre relacionamentos conturbados e desequilibrados, mesmo estando em um ... read more
Revisitar esse álbum depois do Taylor’s Version, é realmente uma experiência. É curioso ver o quanto aquela Taylor, de 2014, tinha para mostrar, gritar e simplesmente dizer. Observando com a perspectiva de agora, os sons parecem um pouco abafados e em “estático”? Difícil de explicar. Mas é um álbum que desafia a si próprio e faz isso com sucesso.
Pensando até 2012, o álbum mais ambicioso de Taylor Swift. Ambição é a palavra certa para descrever esse álbum. É sim um pouco confuso, perdido e “demais”, mas não deixa de ser impressionante.
Uma das melhores músicas, e as mais tristes de sua carreira, presentes em um disco de quando ela era apenas uma garota no início dos seus 20 anos. Ela tinha muitas ideias, o que se pode perceber pela diversidade de ... read more
Um dos trabalhos mais geniais de Taylor Swift, exatamente, genial. No entanto, isso não impede de ser um dos mais confusos, perdidos e subaproveitados.
Taylor conseguiu transformar suas composições em representações de tudo que precisava ser dito, transformou o amor, como desejava, não somente no sentimento romântico das melodias, mas em todos os sentidos. Usando de metáforas e outros universos, trás uma narrativa política em ... read more
É primavera em uma cidade no nordeste dos Estados Unidos e você está com um copo de café, sentado em um banco em uma praça no meio da cidade, com uma igreja de um lado, e crianças brincando no parquinho.
Um álbum que cumpriu com seu papel em 2019, mas, em 2025, é ultrapassado, desgastante e desconexo. Embora possua algumas músicas boas, não há nenhuma que te faça brilhar os olhos, além de ser simplesmente enjoativo e muito fechado ao seu contexto. É uma boa tentativa, mas uma falha.
Não sei nem o que pensar sobre. Não posso dizer que minhas expectativas foram quebradas e nem podemos dizer que Sabrina não avisou, porque Manchild sempre foi uma música chata, o que eu não esperava é que algumas do álbum fossem ainda pior.
Se fosse seu primeiro álbum, aceitável, mas não, é seu sétimo, e o pior, depois de dois grandes álbuns muito bons. É um álbum vazio, raso, e parece ... read more
Desorganizado, torturante e comovente.
Não imaginava ouvir o que eu estou ouvindo. Uma continuação de algo com tanta qualidade é desafiador, porque há muita expectativa e talvez não devesse, mas tem, e Willoughby Tucker, I’ll Always Love You não é capaz de fazer esse papel como uma repaginação ou uma continuação que seja à altura para melhor. É pior, bem pior.
As ideias parecem desconexas, ... read more
Esse é um dos melhores álbuns dos últimos tempos. Poético, torturante e perturbador. Ethel Cain provou-me que a música consegue ir além da música, sendo uma aventura por paisagens, cidades, narrativas e pessoas que se vem e que se vão, em meio a melodias religiosamente góticas, batidas como sonhos surreais e cenários completamente Americana.
Uma narrativa que te prende do começo ao fim, faz-te arrepiar e te emociona. ... read more
Me senti como minha vó ouvindo, mas… Hoje em dia se você repetir New York ou Rain várias vezes com uma batida dançante, você já é considerado artista. Achei raso e mal produzido, me parece como se a xuxa tivesse conhecido a charli xcx (desculpa xuxa, desculpa charli).
Primeiro, nunca acreditem no twitter. Quando me disseram que Miley Cyrus estava lançando um álbum Pop Rock, isso não era o que eu imaginava. No entanto, não demorou muito para que eu descobrisse que não batia com minhas expectativas e pudesse avaliá-lo de maneira mais parcial possível.
Gostaria que Miley tivesse sido mais artística e se arriscasse mais. Com o prelude, eu imaginava que seria um álbum muito bem trabalhado ... read more