Eu entendo falarem mal do autotune se fosse algo parecido com o último álbum do the voidz, mas passa LONGE disso. O autotune aqui é leve, vocês são é chatos.
Sobre o instrumental, é bem dançante e bem Strokes, nada de muito novo. A letra parece superficial, mas não é, soa bem contra o consumismo moderno.
Talvez não tão épico quanto o primeiro, mas com certeza é mais concreto.
O último bom malandro volta mais malandro ainda, com os beats tão envolventes quanto o antecessor e com letras que nem preciso comentar.
Don L é atemporal, um dos maiores da história do rap brasileiro.
Conceito brilhante junto aos assuntos que o Rashid sempre abordou, mas agora de uma maneira mais técnica e variando o instrumental com inteligência. Baita álbum