Esse álbum exala minha infância, época que eu fazia playlist no VAGALUME
letras muito abstratas que significam muitas coisas!
Isso que acontece quando se tem o controle da produção e criatividade, ao invés de jogar um beat diferente ou um gênero diferente como se a música fosse ficar boa por si só.
Esse mano é tudo que os fãs do carti sonham que ele seja.
Senhoras e senhores, eu flutuei no espaço. Experiência do caralho, mistura vários gêneros com uma atmosfera psicodélica/experimental que acaba atingindo vários assuntos de maneira profunda, melancólica e alegre ao mesmo tempo. MUITO FODA
Sinto a mesma pegada do folklore, só que pior. Me desconectei na metade do álbum assim como o anterior, a lírica e o storytelling é bom, mas cai numa repetição de melodias e instrumentais que deixa a experiência sem graça. Tanto que no body, no crime se destaca, justamente, por ter uma mudança no ritmo.
Anyway, eu ainda gostei das letras, acho que é uma era bem madura dela. Mas falta um algo a mais no sentido musical, ... read more
Em "Coisas Naturais", Marina Sena lança todo tipo de referência e estética brasileira e latina. Não de qualquer maneira, a coesão é marcada propositalmente por uma desorientação (principalmente entre as duas últimas faixas, que chega até a incomodar).
É quase como um "OLHEM O QUE EU SEI FAZER" e ela realmente sabe, muita ecleticidade entre os gêneros e suas vertentes! Mas fiquei com um gostinho ... read more
No cinema a gente costuma falar como a forma é importante para a linguagem do filme. Na música, acredito que não seja tão diferente e essa banda é mestre nisso.
De todos os álbuns que escutei deles, esse é o mais sensorial, onde a linguagem fica mais "omitida" enquanto a forma toma o ritmo e lidera o sentido das músicas.
Se tem uma coisa que ela gosta de falar é de relacionamentos, pelo menos aqui, o álbum já se auto intitula. Eu acho que funcionaria melhor sem algumas músicas, mas as letras são muito boas e o instrumental também, exceto quando cansa em algumas faixas.
O miózinho até agora!