Novo álbum de Slayyyter prova que ela é a melhor garota da América no momento
Emergida do SoundCloud, Catherine Ria Slater (Slayyyter) se tornou uma das figuras centrais do movimento hyperpop e do synth-pop contemporâneo. Sua identidade visual e sonora é profundamente inspirada na cultura pop dos anos 2000, referenciando ícones como Britney Spears, Christina Aguilera e o glamour da era das "it girls" de Hollywood. A música de Slayyyter ... read more
Não aguento mais escutar esse banjo. Álbum do ano de 2012 por algum motivo misterioso
Amo meus meninos neozelandeses
Designer 100/100
2good 85/100
OH! Not Again 75/100
I Think You'll Be Fine 70/100
Another Day 90/100
Find A Way 95/100
Mantendo a qualidade
Therapy II: 80/100
Middleage humanoid 85/100
Watching you 80/100
Cumboy 100/100
É uma pena, porque gostei bastante da produção, achei algumas melodias muito interessantes, mas o vocal e a forma "falada" de cantar – inexpressivo e monótono – impede que o projeto pudesse ser algo mais grandioso.
É bem chato e monótono, nada acontece muito na produção – imagino que seja para que focasse mais no storytelling, mesmo que nada que esteja sendo dito fosse algo que me prendesse de interesse. Tem algumas tentativas em adicionar alguns elementos que ate funcionam, mas até la, perdi o que esta sendo contado. A ideia de misturar country e "terror" poderia funcionar, mas soa apenas um folk básico.
Projeto muito fresco e gostoso de escutar. Clarissa mistura sua voz suave com instrumentais inspirado no soft rock e com elementos do pop da decada de 1980 formando um álbum bem harmônico.
No one was driving the car, yet it took me to a surprising place.
Instrumentally, this album is impressive. It flows beautifully between soft, introspective passages and moments of raw aggression, showing a strong sense of dynamics. Lyrically, it’s also very thoughtful, with themes that were well-explored.
Vocally, I had some mixed feelings. Sometimes, the singer’s delivery captures the emotion of the lyrics; other times, especially when the performance leans more toward spoken ... read more
Eletropop divertido. Apesar de não conhecer muito a Yves e do grupo em que ela participava, percebe-se que como artista solo ela tem muito potencial. O som varia entre um eletro mais animado como nas tracks iniciais, e eletro soft, que me lembrou muito o estilo da Oklou. Muito surpreso e feliz em ver a Pikpantheress e um sample de uma das minhas musicas favoritas da Rebecca Black e ainda em uma musica so. Foi uma boa experiência esse pequeno projeto.
Um álbum para dançar e se divertir. Projeto que pode ir escutando com uma leveza maior do que o anterior, Chromakopia. Produção funky e energértica, acompanhando pelo bom flow do Tyler. A primeira parte definitivamente me pegou mais do que o resto, mas ainda consegue divertir.
O comeback do Justin Biber nao tem nenhum swag
Depois de 4 anos em hiato, o cantor volta com um projeto tão sem graça quanto a capa do álbum. As musicas são bem genéricas, e apesar do conceito é ter musicas mais relaxadas, a produção parece bem fraca. Tem algumas faixas que soam bem como musica de fundo, mas nada que pudesse se destarcar. E o interlúdio com Durski são estranhas.
Em conclusao, há algo legal em poucas ... read more
Um album funk experimental com elementos de EDM bem interessante.
d.silvestre tem uma característica única em sua produção pesada e com seu estímulo de experimentar novas formas de criar um som que é fortificante, mostra um bom passo no mundo do funk.
Meu álbum favorito da loira!!!
Minha história com esse álbum começou em 2017, no ano do seu lançamento. Até então, eu não era fã da Taylor Swift — ouvia uma música ou outra no rádio, mas nada além disso. Isso mudou completamente quando ela lançou o primeiro single: “Look What You Made Me Do”. Fiquei intrigado pelo clipe, pela música, pela ousadia. Fui atrás de mais ... read more
Variety não tava errada quando disse que este álbum soava exatamente o tempo que ele foi produzido, em 17 dias.
Benson Boone é um dos piores musicos que vem surgindo nessa onda de novos artistas, não só como artista, mas em sua arte em si também. É sem personalidade, forçada e fraca. Já começa pela capa deste álbum que não traz nada sobre sua identidade - assim como a do seu álbum debut - só diz ... read more
Diferente do k-pop atual, que geralmente é bem alto e pop, sempre com uma estrutura bem clara, aqui elas baixam um pouco o tom, mas ainda deixando a identidade - não só do estilo, mas do grupo também.
E o que foi essa entrada?! A primeira faixa já chega com um instrumental intrigante e cheio de personalidade. Em seguida, vem "Icarus", que dá uma ideia mais clara de como o EP vai se desenvolver. Com isso, achei o resto das faixas particular, ... read more
Ainda to sem palavras pra esse álbum
Quando peguei este álbum pra escutar, criei um pouco de expectativa pelas notas e pelo que as pessoas falam sobre. E ele pode me supreender ainda mais minhas expectativas. Começa por duas músicas que já conhecia, mas não sabia que era deles, que seria Closer (por conta do tiktok) e Hurt (por conta do cover do Jhonny Cash - achei incrível como ambos mantiveram essa atmosfera pesada na música e ... read more
Esse EP é... ok
As meninas do Katseye tem muito pontencial, cantam e dançam muito, mas as músicas precisam acompanha-las. Nesse projeto gostei de "MIA" por ter uma produção mais forte e "Gnarly" que me causou a mesma estranheza de Vroom Vroom, da Charile XCX, agora gosto dela - tirando a letra. Só espero que elas não virem um Now United 2.0