Kim Petras - Detour
69

A curta duração ajuda a evitar o desgaste, mas também reforça a sensação de que o projeto termina antes de desenvolver plenamente seus conceitos.

Eli - Stage Girl (Not A Dream Anymore)
73

A cantora trans Eli constrói um universo que mistura nostalgia dos anos 2000, obsessão por reality shows musicais, melodrama adolescente e uma identidade artística extremamente online. O resultado é um disco que frequentemente soa como uma cápsula do tempo perdida entre 2004 e 2026

Naomi Scott - F.I.G
67

f.i.g. tem alguns momentos interessantes, mas no geral soa como um debut ok e meio genérico.

Weezer - Weezer (Blue Album)
90

Talvez não seja revolucionário como tratam, mas como álbum de power pop ele é praticamente perfeito no que se propõe.

Holly Humberstone - Cruel World
65

Cruel World tenta transformar melancolia indie em algo cinematográfico, mas acaba preso numa estética que soa mais calculada do que realmente emocional.

Zara Larsson - Midnight Sun: Girls Trip
81

Depois de anos sendo tratada como uma eterna promessa do pop europeu, Zara Larsson finalmente entrega em Midnight Sun: Girls Trip um projeto que entende exatamente sua própria identidade.

Iggy Pop - The Idiot
91

O Iggy Pop aqui abandona completamente a energia crua dos The Stooges e mergulha num som frio, mecânico e quase alienante, muito guiado pela estética do David Bowie na fase de Berlim.

Pet Shop Boys - Actually
91

Simplesmente o ápice do pop cerebral. Se o Please foi o cartão de visitas, o Actually é o manifesto definitivo do que o PSB representa, o encontro perfeito entre a melancolia existencial e a euforia das pistas.

The Jesus and Mary Chain - Psychocandy
84

Um álbum de 1985 com mais identidade que vários lançamentos de hoje.

Echo & the Bunnymen - Ocean Rain
90

Ocean Rain do Echo & the Bunnymen é aquele tipo de álbum que transforma melancolia em grandiosidade. Atmosfera impecável, arranjos sofisticados e um clima quase cinematográfico do início ao fim.

Riverside - One
85

O álbum One da Riverside é um daqueles casos de consistência absurda, não reinventa o gênero, mas entrega atmosfera, técnica e emoção em um nível altíssimo.

Tiffany Day - HALO
73

Com forte influência do bedroom pop e do alt-pop, o álbum aposta em uma estética leve, emocional e bem alinhada com a geração TikTok, o que garante identificação imediata, mas também limita sua profundidade artística.

Slowdive - Souvlaki
69

Souvlaki do Slowdive é aquele tipo de álbum que vive mais da estética e do hype cult do que de entrega real. Tem momentos bonitos, mas no geral soa arrastado, repetitivo e meio vazio, parece que as músicas nunca chegam em lugar nenhum.

Duran Duran - Rio
93

Rio do Duran Duran é literalmente um blueprint do pop oitentista bem feito. Com produção impecável, refrões gigantes e uma estética que envelheceu muito melhor que muita coisa da época.

Fcukers - Ö
68

Achei interessante, mas falta consistência pra brilhar de verdade.

Robyn - Sexistential
77

Sexiestential é bom, mas não entendi tratarem como obra-prima, tem momentos ótimos, a Robyn entrega vibe e conceito, mas não sustenta o nível o álbum todo.

Slayyyter - WOR$T GIRL IN AMERICA
61

Worst Girl in Americana é um álbum ok, mas não entendi esse hype todo em torno dele.

New Order - Low-Life
87

Esse álbum do New Order envelheceu bem demais, influência absurda até hoje.

Enya - Watermark
70

Algumas músicas são incríveis e atemporais, mas tem partes que acabam ficando meio repetitivas. Ainda assim, clássica e essencial pra quem curte Enya.

Rita Lee & Roberto - Rita Lee & Roberto de Carvalho (Flagra)
81

Talvez não seja o mais icônico da Rita Lee mas tem um charme muito próprio.

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On Janelle MonĂ¡e - The ArchAndroid
"Eu só não gostei muito dos excessos de experimentalismos, mas de resto tem algumas músicas muito boas como Cold War"
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