A curta duração ajuda a evitar o desgaste, mas também reforça a sensação de que o projeto termina antes de desenvolver plenamente seus conceitos.
A cantora trans Eli constrói um universo que mistura nostalgia dos anos 2000, obsessão por reality shows musicais, melodrama adolescente e uma identidade artística extremamente online. O resultado é um disco que frequentemente soa como uma cápsula do tempo perdida entre 2004 e 2026
f.i.g. tem alguns momentos interessantes, mas no geral soa como um debut ok e meio genérico.
Talvez não seja revolucionário como tratam, mas como álbum de power pop ele é praticamente perfeito no que se propõe.
Cruel World tenta transformar melancolia indie em algo cinematográfico, mas acaba preso numa estética que soa mais calculada do que realmente emocional.