Fazia tempo que eu estava devendo ouvir esse álbum. Infelizmente me arrepende de não ter dado a devida atenção à essa obra-prima.
Achei bastante divertido, além disso a produção não é aquele típico dance barulhento que é comum no gênero Electropop, apostando em batidas mais limpas.
Pretendo reescutar esse álbum, porque eu acho que ele vai crescer ainda mais para mim, mas por enquanto vou manter essa nota.
Bastante promissor, só me preocupa que ela bebe muita da fonte do Confessions sem inovar ou trazer algo novo. Espero que o próximo single seja algo diferente.
Por algum motivo a mixagem dessa música é muito mixuruca, seria legal também se ela tivesse ao menos 3 minutos para curtir a Shakira. Infelizmente achei um desperdício de ideias boas.
Um dos meus álbuns favoritos da Lady Gaga, tenho apego emocional. The Fame Monster é um álbum pop que consegue trazer temas obscuros de maneira bastante dançante, além de uma produção bastante sofisticada para um álbum do gênero Electroclash, que na época já estava se tornando bastante saturado.
Outro aspecto marcante desse álbum é seu visual, que ela conseguiu explorar de maneira excelente, não ... read more
Repleto de batidas nostálgicas e retrô que são inspiradas em games antigos, BIG MAMA é um EP que consegue trazer uma experiência consistente, porém não tão inovadora para a discografia de Flying Lotus.
Não esperava nada e ainda sim me surpreendi negativamente. Mesmas fórmulas de mini álbuns passados, mesma produção (incluindo participação do polêmico Dr. Luke), além de faixas que não conversam nada entre si, sendo singles amontoados sem propósito nenhum.
Não darei nota porque acabei dropando no meio de raiva, mas uma hora eu volto aqui pra dizer o que eu achei das faixas.
Despretensioso e bastante divertido. Sabrinaa revisitar algumas de suas faixas icônicas de maneira bastante criativa e com uma produção natalina bastante carismática.
All Born Screaming representa o retorno triunfal de St. Vincent depois de três anos do aclamado Daddy's Home. Com forte influências de rock industrial e psicodelia, o álbum consegue entregar em sua excelência uma produção e composição bem amarrada e bastante coesa.
Vi alguns críticos apontarem que o álbum não tem um "ponto alto", mas discordo quanto a isso. Acho que o álbum tem picos excelentes como ... read more
Repleto de batidas inconstantes e estruturas musicais flexíveis, Ampersand (&&&&&) é uma mixtape que já demonstrava a grande genialidade da produção da Arca, muitas faixas flertam com diferentes tipos de subgêneros da música eletrônica, demonstrando a versatilidade da artista.
Minha única crítica é para a duração, que é bem curta e deixa um gostinho de quero mais para a ... read more
Eyes wide open do Twice é um claro exemplo da potência do K-Pop, tanto em versatilidade quanto identidade. Isso vai desde a sua produção sofisticada, que advém do electropop e R&B, sem parecer algo "fabricado" ou feito apenas para os charts (diria que a única música que se encaixa nisso é I CAN'T STOP ME, mas por ser single a gente releva).
O aspecto interessante desse álbum é a sua temática, que bebe ... read more
Em primeira instância, pode-se erroneamente supor que the apple tree under the sea é um álbum superficial. Isso claro, ocorre pela escolha da artista em trazer uma produção bastante vibrante e repleta de batidas de Synthpop dançantes, que ecoam ao longo do álbum. Entretanto, o tema que o álbum trata é bastante ousado, já que fala sobre aspectos da infância da cantora e culturais, presentes em faixas como w-w-w-w-w.
Outra ... read more
Wuthering Heights da Charli xcx demonstra a potência da artista em trazer uma inovação em sua discografia, mesmo após o grande impacto do BRAT.
O primeiro aspecto interessante é a produção, que explora sons/ruídos mais intensos e industriais, que são construídos ao longo de algumas faixas como House e Wall of Sound. Há certos momentos que a produção soa etéreo, concedendo mais versatilidade e ... read more
Infelizmente não me pegou tanto, achei que a experiência no geral ficou morna e abaixo do esperado.
Para começar, a produção desse álbum é bem aquele pop sintético, que apresenta variâncias pequenas entre os temas tratados no álbum, sendo destaque as faixas mais electropop como yes baby e make you mine (o que não faz o menor sentido, considerando que o conceito é algo íntimo/minimalista, correto?). ... read more
Esse álbum demonstra basicamente a capacidade de Annie Clark em produzir um álbum tão dinamicamente expressivo e sentimental, além de tocar em temas contemporâneos como sensualidade e dependência.
De início a produção de MASSEDUCTION é excelente, varia entre diversos subgêneros do pop, como o electropop presente em Los Ageless e a baladinha romântica Happy Birthday, Johnny. Outro aspecto interessante são as ... read more
Um álbum recheado de batidas coloridas, que por vezes soam repetitivas e apresentam estruturas muitos simples. Isso não deveria ser um problema, mas aqui a tracklist toda se baseia nesse tipo de estrutura, exceto Waiting So Long.
esse álbum fica muito na zona segura e não te recompensa pela longa duração das músicas, sendo totalmente esquecível (pelo menos a capa é bonita).
É um álbum muito interessante, principalmente pelas experimentações explosivas e abrasivas postas em alguma das estruturas das músicas. Particularmente, não conhecia essa banda e nem sequer sabia que o álbum todo seria cantado em francês, mas a experiência no geral foi boa.
A primeira parte do álbum é mais experimental e conta com foco nos instrumentais e produção, honestamente demora um pouco para dar uma ... read more
Empty Hands da Poppy era um álbum que eu estava aguardando com um certo receio, devido à recepção dos singles que veio antes do lançamento do álbum. Infelizmente, esse receio se tornou realidade…
Para começar, a produção desse álbum é boa, mas por vezes repetitivas. As estrofes e os riffs de guitarra das músicas são muito idênticas, além dos constantes gritos que é um recuso ... read more