DeBÍ TiRAR MáS FOToS como um disco bem mais íntimo do Bad Bunny. Tem reggaeton, mas também muita memória, tradição e afeto misturados ali sem esforço. Tudo soa mais calmo, mais consciente, meio nostálgico — como quem dança pensando no que ficou pra trás.
Lover é um álbum melhor que seu antecessor, reputation. Ele é marcado por letras vagas sobre romance, composições bobas e repetitivas sobre o “amado”, além de uma quantidade absurda de skips. A tracklist é completamente bagunçada, sem coesão alguma, o que torna a experiência cansativa e desorganizada.
As escolhas de singles foram erradas do começo ao fim. Nenhum dos singles lançados representa o ... read more
Rosalía atinge um novo auge criativo com este álbum, um trabalho que redefine o que significa unir conceito, produção e emoção em um só projeto. Cada faixa parece meticulosamente pensada para criar uma experiência completa — da escolha dos timbres à forma como a voz se molda à narrativa. É um disco que mostra maturidade artística sem perder a ousadia que marcou Motomami.
Se antes ela revolucionou o pop e o ... read more
Um álbum com uma história muito boa, letras bonitas e uma composição que considero impecável. No entanto, as faixas com mais de cinco minutos acabam sendo um ponto fraco — muitas delas se estendem desnecessariamente e tornam a audição cansativa. Ethel Cain acertou ao deixar as melhores músicas para o final, especialmente as três últimas, o que foi uma escolha estratégica e acertada. Ainda assim, para quem escuta o ... read more
FKA entregou o melhor trabalho da carreira, um dos álbuns mais bem produzidos da década. Nenhuma faixa decepciona, até a “pior” consegue ser melhor que muita coisa por aí. A coesão e o cuidado na produção fazem desse projeto uma experiência quase física, impossível de ouvir sem sentir. Ela lançou, sem dúvidas, o melhor álbum de 2025 (mas a Rosalia tá chegando pra tomar o posto).