Salvo Who e Rebirth (intro), nada aqui parece bom. Muse infelizmente parece só um álbum aleatório com uma identidade atrativa que reafirma o que já foi trabalhado em FACE. Uma coisa que me incomoda aqui é a voz do Jimin que foi muito mal trabalhada, ele está longe de ser um vocalista ruim, mas aqui a voz dele parece exausta e forçada, algo que fez com que músicas com uma letra e produção ótima como Smeraldo Garden ... read more
Em seu primeiro trabalho solo após o hiato do BTS como grupo, Jimin procura liberdade e expressão de si em suas músicas como nunca, isso fica evidente em Like Crazy e Set Me Free, Pt. 2, mas durante o álbum as músicas parecem não se conectarem tão bem, mas ainda assim, entregar um trabalho sóbrio sobre como ele se enxerga e como quer ser visto daqui para frente.
Com certeza um clássico instantâneo! aqui Dua Lipa dá um salto enorme em questão de qualidade e artisticidade em relação ao seu primeiro álbum de estúdio, todas as músicas são feitas para ser dançante e nada profundas, o que aqui não parece ser algo que diminua a qualidade ou relevância delas.
É um bom álbum pop, mas poderia ser muito mais, já que sabemos a capacidade da Dua Lipa de produzir um álbum ótimo e uma era extremamente bem trabalhada sem tocar na vida pessoal, como foi o caso do Future Nostalgia, mas aqui, salvo os singles comerciais, tudo parece um descarte remodelado de qualquer cantora pop genérica.
The Secret of Us é uma virada de chave de como a Gracie encara as próprias músicas e o quão longe ela pode ir quando decide ser um pouco menos triste e adicionar um visual mais comercial e apaixonante em suas músicas, toda a produção do álbum é ótima, mas é excepcional em músicas como Us, Risk e Close to you, mas a melhor música do álbum com certeza é I Love You, I'm Sorry.
É um bom álbum e bem diferente do que vemos no pop brasileiro, mas nada além disso. Sindo uma grande influência das letras e produção de artistas internacionais como Taylor Swift e Jack Antonoff, algo que não é ruim de forma alguma, mas faz com que o Jão não crie uma identidade artística própria e forte, se colocando como uma versão brasileira do que já existe em inglês.
Lançado em um momento de crise global, de forma surpresa e com promoções extremamente limitadas, folklore se estabeleceu desde seu lançamento como um dos álbuns, se não o álbum mais genial de sua década, e o ápice artístico de Taylor Swift. Dentre os principais fatores para que Folklore fosse um sucesso com o público e com a crítica, foi suas letras vulneráveis e extremamente pessoas, disfarçada ... read more
Armageddon é o melhor e mais significativo primeiro álbum de estúdio de um artista de kpop desde o mediano THE ALBUM do BLACKPINK.
Durante todo o álbum, seus visuais e stages vemos uma identidade muito bem construída e apurada durante todos os erros e acertos até este lançamento.
Nesse novo momento artístico do grupo, ao que parece, elas decidiram acolher todo a recepção do EP Drama, deixando a lore relacionado a metaverso ... read more
A faixa Silk Chiffron abre o terceiro álbum da banda MUNA da melhor forma possível e com uma participação pontual e muito bem executada da Phoebe Bridgers.
Ao decorrer do álbum não temos tantos pontos altos como na faixa citada anteriormente, mas sim, uma ideia que vai evoluindo linearmente, como nos solos de cada uma das integrantes, onde vemos suas personalidades a tona em um trabalho que entrega um ótimo álbum para se ouvir e refletir ... read more
Um álbum com uma identidade bem característica da artista, com uma abordagem não tão segura, mas muito bem feita.
Dou destaque para faixas como Miss Me To, Hiding Alone e Vertigo nas quais Griff explora seus sentimentos e os coloca da maneira mais genuína na letra, mas principalmente na produção.
Em seu primeiro álbum de estúdio, BLACKPINK parece querer reforçar ao máximo sua identidade como grupo, funcionando muito bem em músicas como Pretty Savege e Crazy Over You, mas que vai se tornando previsível e monótona em Bet You Wanna.
Por outro lado, Lovesick Girls se lança como a melhor faixa de um grupo feminino em décadas, trazendo o máximo que o BLACKPINK e seu produtor TEDDY podem construir juntos.
No geral, ... read more
Salvo Pink Venom, todas as outras músicas parecem descartes (algumas realmente sendo) cedidas por artistas pop ocidentais, criando um álbum tão genérico quanto as letras.
Feito para cumprir expectativas de investidores, diferente de THE ALBUM, aqui não se salva nada além de Pink Venom e Hard to Love.
Tentou... tentou tanto que demonstrou sua capacidade a ponto de não conseguir executar nada da forma que poderia.
A estrela do pop brasileiro, em sua força tarefa em se consolidar como uma estrela global, consegue trazer um álbum cujo único feito pelo qual se torna lembrado é Envolver.
Vemos músicas boas, mas que no conjunto da obra se perdem e se tornam músicas genéricas, sem alma ou objetivo claro de contar uma história.
Girl from Rio é um dos poucos respiros de “arte” que vemos neste álbum, se tornando um vislumbre da ... read more
No novo trabalho de Billie Eilish, vemos uma cansativa fórmula sendo espremida até ser tirada a última gota de “arte”, aqui raramente vemos algo que diferencie HIT ME HARD AND SOFT de seus anteriores, o que pelo visto continua funcionando, mas trazendo a tona a falta de vontade de Billie em trazer algo novo de verdade, se isso significa não ter um resultado financeiro maximizado, como foi o caso de Happier Than Never.
Nesse álbum temos ... read more
Um álbum com uma produção ótima, trazendo elementos que estamos vendo em alta no pop internacional como os sintetizadores característicos dos últimos trabalhos da Taylor e Ariana.
SUPERNOVA é uma versão noturna um pouco menos brilhante que SUPER e segue a mesma pegada, sem se arriscar em absolutamente nada, mas mesmo assim, curiosamente entregar um álbum coeso com o seu anterior.