Facilmente um dos melhores albuns da vida. Não é algo para se digerir em uma vez
Comi Sour pelas bordas, mas aqui eu me joguei no recheio. Ela não é perfeita, e não precisa ser, mas continua evoluindo em direção ao fantástico e suas composições são surreais de tão reais. Abrir os créditos e ver somente ela e o produtor, ter assistido o documentário de Sour e ver seu processo de composição me confirmou que ela veio para ficar e criar quando está com a caneta na ... read more
Eu não preciso gostar do álbum, ela fez fast times para calar-me.
A madrinha de Heartstopper não precisa inovar. APENAS, continuar sendo boa no seu próprio estilo. Ela se encontrou e sabe que pode caminhar pelo o que gosta sem ir tão longe. Um álbum para abraçar.
Um álbum de mimada e surtada. As vezes eu preciso disso, sabe?! Revelar sua imaturidade para si mesmo é o primeiro passo para crescer. Ela está no caminho certo de se tornar uma boa artista. Já é uma compositora fantástica.
Apenas sinto que vai envelhecer como vinho, e eu serei o amante de vinhos nessa sala.
Um pop sem preocupações em compor trechos que torne-se viral no TikTok e muitas músicas com mais de 4 minutos. Isso renova meu ser.
Ela prometeu mudar, não mudou. Mas cumpriu o mínimo em fazer algo melhor que antes.
O álbum começa me levando aos 98 e lá não havia a possibilidade de descer (para mim). No meio do disco tem seu pico dos 100, então definitivamente é a minha fase favorita da história. Podem me falar que existem mil álbuns de rock melhores que esse, e se alguns forem do RadioHead, eu vou concordar, mas ainda sim sempre irei abraçar a beleza que é The Black Parade.
Eu já me esforcei muito para ouvir os álbuns da Charli XCX porque reconheço o talento e a trajetória na carreira dela. Esse foi o melhor que eu poderia esperar e receber dela, sem esforço da minha parte.
Em solo americano ela fez um pop que soa exclusivo. Nada que transcende ou garanta um dos melhores álbuns, mas vai servir pelo momento que meus ouvidos se dão bem com os acordes e com as letras íntimas de uma garota.
Ela se garante onde nasceu, no hyper, eletro e dance pop. Eu adorei sua tentativa em um pop que anda tão batido e genérico como synth pop de rádio porque, mesmo assim, ela revelou um pouco da sua identidade em um nicho que te força a não inovar sonoramente. Torço que a equipe da Slayyyter desista de tentar colocar ela nas rádios com um pop que já está fraco. Tear Me Open, como uma track filler está em uma PÉSSIMO ... read more
Pouco importa se alguém já usou os mesmos instrumentos ou as mesmas notas, estou acompanhando o nascimento de uma estrela! Um dos poucos pop perfection que soa único em tanto tempo. Nesse caminho, seus álbuns tendem a ser MELHORES, então conforme isso, seu triunfo aposentará os 100 e a coroa será passada para os outros.