É realmente absurdo como conseguimos estar 46 minutos seguidos a levar facadas e a ficar hyped com a situação. A produção e mistura são imaculadas, hiding out in the open deve ser das coisas mais bonitas que ouvi e sempre que a revisito o meu coração aumenta uns 3 mm. Casa perfeitamente o songwriting com a eletrónica ambiente. Sim sim sim!
Texturas incríveis, orquestra com chops de voz, sopros, com ritmos de raggaeton agressivos do nada, super motomami da parte dela. Muito séc. XX aqui.
Custa a entrar, mas após algumas audições e ao já não ter essa resistência inicial ao estranho, entra, e se entra.
Imagina, que uma orquestra é dada a um grupo de sereias.
Alforreca.
1st Listen.
Lembra-me de Dijon, a mistura de acústica com eletrónica, as doubles das vozes, as drums mas still being autentic. Faz me lembrar bleachers tmb às vezes. Normalmente não é bom eu dizer que x coisa me faz lembrar outra, isto geralmente acontece quando acho que não é tão bom como a coisa que me faz lembrar. Não é o caso.
Está genial o álbum, amo quando ele começa a gritar. Synths bué bem ... read more
1st Listen
Soa muito bem mesmo. As letras são um bocado lame às vezes, mas é John Meyer tamos habituados.
Tinha saudades de ouvi-lo e não sabia, 2018 (me) acordou.
Os reverbs são mesmo saborosos.
É daqueles álbuns que não quero dar destaque especificamente a x ou x canção porque acho mesmo que funciona em conjunto. 38 minutinhos bem bons, cozy, saborosos.
Quero a guitarra dele no mesmo sítio que o moog e o ... read more