após sair do macabro e aterrorizante "perverts", ethel cain nos trás um álbum calmo, relaxante e lindo. instrumentais calmos e muito bem produzidos, entram em conjunto com letras magníficas sobre o amor.
a forma como a lana mistura a melancolia com a sensualidade e tão bem feita que arrepia qualquer um. e eu sinceramente queria saber pq metade do fandom odeia esse, pois é meu favorito dela ðŸ«
MEU DEUS!?!?! eu simplesmente não consigo dizer com palavras a experiência que os meus ouvidos tiveram ouvindo isso aqui, simples PERFEITO!
eu amo como a aurora não se limita apenas aos visuais em quanto a estética do álbum, ela vai fundo e explora essa estética dos deuses em todas as formas, na voz, na produção, nas letras, e isso me deixa extremamente encantando com a magia desse álbum, ouvir ele e como ser imediatamente transportado para os céus, o conceito de cada música representar um deus e a coisa mais linda e magicamente esculpida que eu já vi. o poder da ... read more
de todos os projetos da melanie, eu diria que o PORTALS e o pior, mas definitivamente não e um álbum ruim. o alto uso de autotunes em todas as músicas trazem um ar artificial para as músicas, o que não deveria acontecer se tratando de um álbum com estética de fungos, PORTALS tem muitos erros, mas nenhum deles o faz um álbum ruim, na verdade ele está muito longe disso, e o que o faz ser um álbum tão massacrado na ... read more
biophilia e um álbum mediano 70% do tempo, de 10 músicas eu diria que 3 deram certo, eu sei que o biophilia não vai agradar a todos pelo fato dele ser um álbum natural, com muitos elementos naturais, mas definitivamente ele NÃO precisava ser TÃO fora de sintonia, em muitas músicas eu senti que a bjork estava apenas citando frases e de fundo uma música ambiente que era pra ser relaxante e é o total contrário.
bjork conseguiu fazer o extraordinário, depois de uma sequência de aoty's ela lançou o "medulla", que consegue ser podre do começo ao fim, músicas com melodias completamente fora de armonia com o instrumental, parecendo um cachorro tendo uma convulsão (mounths cradle), ou músicas que são inteiramente compostas por gemidos fora de ordem (ancestors) formam um álbum que seria facilmente produzido por um adolescente que se ... read more
esse álbum e um vislumbre majestoso do que e fazer um álbum 100, sem erros, sem falhas, homogenic foge um pouco do padrão dos seus antecessores (debut e post) se consolidando (na minha opinião e só a minha opinião importa) o melhor álbum da santíssima trindade da Björk (post, homogenic e vespertine) e consequentemente o melhor álbum da Björk.
Bjork elevou o patamar em 100% após o lançamento de post, sucessor do "debut". post e um disco mais focado nas produções ricas em detalhes e em efeitos que sempre conseguem melhorar as músicas de forma significativa. eu arisco dizer que se não fossem as três músicas que correm do lado contrário do resto álbum, esse seria o melhor disco da Björk.
tudo nesse álbum me encanta, o nome, as composições, a produção, a capa, principalmente as composições frias e cruas que se parecem mais como uma facada no peito
adorei que a voz de taquara rachada maconheira da lorde não e tão evidente por conta do minimalismo das produções e do tom da voz dela, essas produções minimalistas combinaram muito com ela, principalmente por conta da voz, esse foi o total contrário do pure heroine, q eu fui ouvir com uma expectativa alta e terminei completamente decepcionado, já o solar power eu estava com uma expectativa 0 já crente que ia achar horrível,e ... read more
nesse álbum, eu tive a leve sensação de estar andando em círculos o tempo todo, como se o álbum fosse uma só música de 30 minutos e as músicas em si fossem pequenas porções da música maior. fui ouvir com uma expectativa muito alta, achando que ia ser super revolucionário (sei q pra época foi) mas fiquei de mãos atadas esperando cada vez mais um boom que nunca chegava.