Inconstante e cheio de fillers, apesar de alguns hinos. (literalmente)
É encantadora a habilidade dele de transmitir um sentimento não apenas pela letra, mas também pela melodia, harmonias e produção. Esse álbum é uma obra belíssima.
Esse deve ser um dos piores álbuns que eu já escutei. A falta de critério é tamanha que parece ter sido feito por uma inteligência artificial porcamente programada… uma colagem de outras criações.
Surpreso com essa princesa!
Brandy entrega uma sequencia initerrupta de perolas tão meticulosamente construidas; produção, lirismo, melodias... tudo! Brady prende o ouvinte num som tão envolvente e atemporal, poderia ser um lançamento de ontem, mas já completou seus 23 anos de existencia.
'MAYHEM' me decepcionou.
O pré-lançamento desse álbum foi completamente enganoso em relação ao que eu acabei de ouvir. De onde veio essa estética?
Colocando isso à parte, o álbum começa com duas faixas já conhecidas e, infelizmente, duas faixas que não caíram no meu gosto. 'Desease' e 'Abracadabra' por vezes soam como uma caricatura do que já foi Lady Gaga, duas 'Nothing ... read more
Mais jazz!
Apesar de uma seleção, à priori, mais refinada, senti falta de uma voz parceira acompanhando parte dessas faixas. Falta algo em Harlequin, mas isso não impede que seja um momento prazeroso.
'Smile' e 'That's Life' são os grandes destaques do álbum, mesmo que a última não apresente uma interpretação tão convincente quanto as outras performances vocais de jazz de Gaga.
Olhe só! Cheek to Cheek parte 2!
'Love For Sale' apresenta um conjunto mais refinado e bem trabalhado que o anterior trabalho colaborativo entre Gaga e Bennett. Não muito diferente, o LP é extremamente charmoso e, particularmente, nenhuma faixa sobra. 'You're the Top' é, sem dúvidas, uma das minhas músicas favoritas da Gaga daqui pra frente.
'Chromatica' se mostra uma iniciativa mais genuína do que é a música da Gaga. Ela claramente se sente mais confortável nesse formato característico de melodia e construção de suas músicas, mas isso não salva o projeto de uma execução pouco refinada e uma experiência um pouco mais prazerosa que seu predecessor, Joanne.
'Chromatica' cai na repetição exacerbada de um som já ... read more
Me é muito engraçado como esse álbum ótimo é completamente ofuscado e ignorado pela fanbase da Gaga... Ainda mais levando em consideração como ela parece se encontrar no jazz. Cheek to Cheek e Lush Life são destaques, mas não há uma faixa verdadeiramente ruim. A dinâmica entre ela e Tony Bennett não poderia ser mais natural; a paixão se mistura às perfeitas interpretações nesse LP.
Muito se fala sobre a injustiça cometida contra esse lançamento, mas, no fim, não vejo isso como um exagero. Claro que foi algo mais pesado do que deveria, ou mais pesado do que seria se ela fosse um homem, mas ARTPOP é cheio de erros e também passa longe de ser um destaque positivo na carreira de Gaga; pelo contrário, ele marca o fim da era mais criativa e assertiva da cantora.
ARTPOP, apesar de hinos como 'Aura', 'Venus', ... read more
Quando se pensava que Gaga tinha mostrado quem era, ela chega com a forma mais ousada de si até então (não necessariamente sonoricamente, mas o conjunto de toda a obra musical e visual).
"Bad Romance" e "Speechless" dominam completamente esse curto LP, mas não há uma única música ruim aqui (apesar de nem todas serem tão boas). 'The Fame Monster' sem dúvidas define tudo de melhor que Lady Gaga pode ser.
Em "The Fame", Gaga chega com os dois pés na porta da indústria e, no primeiro ato, se mostra segura, inspirada e comprometida com a subversão.
Detentor de múltiplos clássicos instantâneos, o álbum se destaca pelos singles famosos. Produções, melodias e letras marcantes e sagazes penetraram o imaginário pop. Dentre essas, 'Poker Face' é quem mais merece os holofortes.
Mas não é ... read more