Logo no primeiro disco twigs se mostra dominante e ousada entregando um projeto que esbanja autenticidade e criatividade.
LP1 aborda desejo e identidade de uma forma tão linda e poderosa; é inspirador. E a conclusão final é lin da, "what do i do? baby, it's clear [...] I don't need you, [...] I love my touch".
Não é um album ruim, mas a sensação que dá é a de que tudo aqui já foi feito antes e feito melhor.
Numa investida mais distante do convencional, ele traz de uma forma interessante elementos livres. Não é o melhor, mas é um destaque.
Sem dúvida o melhor até agora. 'Set my heart on fire immediately' é um trabalho tão lindo e sensivel, toca na alma. A variedade de sons e as composições cortantes me levam pra outro mundo.
Já se tornou algo esperado de Mike criar álbuns essencialmente belos, mas 'No Shape' tem um lugar especial nessa coleção da alma.
Um álbum executado com maestria que traz conforto e reflexão.
Belo e enérgico, ‘Too Bright’ se mostra potencialmente mais arrebatador que seu antecessor. Mesmo assim não consigo o perceber mais charmoso.
Um projeto conciso que traz múltiplas visões sobre variados pontos da vivencia LGBT e merece toda a atenção que recebeu.
Que experiencia MAGNÌFICA!Um trabalho extremamente íntimo e belo queexplora tantos tópicos de uma maneira tão delicada e exímia... Não sei se por medo de me precipitar ou outra coisa, mas não acho ser um 100 (ainda). Porém é , definitivamente, um dos destaques que irei levar pra vida.
Um primeiro álbum decente. 'Learning' traz pontos muito interessantes mas parece faltar consistencia na tracklist. Grande expectativas pros proximos projetos.
Não me entenda mal, não é um album ruim e tambem não é tão ótimo. Benito traz elementos interessantes pro Reggaeton e se destaca sim nesse genero tão insoso e monocromatico, mas, por muitas vezes tenho a sensação e ver ele repetir alguns desses elementos dentro da propria obra de uma forma que vai alem de identidade e começa a soar como redundancia.
De qualquer forma, Bad Bunny ainda consegue se fazer chamar ... read more
Que obra LINDA. Amo esse album de paixão, do começo ao fim.
Solido ebem acabado. É um bom projeto que só não tem uma nota maior por soar muito linear.
A regravação do 1989 é decente, mas passa longe de emular toda a força do Thriller da decada de 2010.
É um bom EP. Boas músicas, mas não tem uma energia tão sólida como a maioria dos trabalhos da Ethel.
Poucos sabem como alguns elementos específicos nesse projeto me alcançaram. O primeiro lançamento dela que eu acompanho não é, nem de longe, bombástico e energético como o ultimo. Porem, de certa forma conseguiu se comunicar comigo de forma ainda mais intensa.
É mais minimalista do que precisava ser, isso parece propositalmente feito apenas por ousadia, mas apesar dessa decepção, ela entrega uma narrativa que conversa muito ... read more