Me surpreendi mt com o disco, principalmente pela sonoridade puxada pra indietronica.
Não sou um grande ouvinte de Lily Allen, mas me pareceu muito diferente do que ela ja lançou em sua discografia.
É difícil um álbum ser cativante quando sua base é voz e violão em quase todas as faixas, entretanto, Vendrán Suaves Lluvias não possui dificuldade alguma em exibir tal feito.
Isso ocorre por conta da performance espetacular de Silvana Estrada com seus vocais, somado a uma atmosfera folk e letras emotivas que tornam o projeto emocionante e belíssimo.
Um dos melhores discos do ano!
O álbum se perde tanto, que há momentos semelhantes a qualquer merda que o Black Eyed Peas fez depois dos anos 2010...
Grande evolução em relação ao debut de 2024. As faixas de abertura e encerramento são os pontos altos, mesmo o disco se perdendo em algumas canções durante o meio. All That Is Over consegue se sustentar através de um post punk mais sombrio e introspectivo.
É impressionante a queda de rendimento da Taylor desde o Midnights.
Há uma sonoridade puxada pro pop rock que é interessante pra discografia da cantora, mas essa novidade passa batida quando paramos para analisar a lírica.
A Taylor tem um histórico de abusar de metaforas e bobagens bregas em suas letras, o que não é uma crítica, pois gostava bastante dos exageros impregnados em cada verso de suas canções ... read more
A segunda metade do álbum é bem mais solida do que a primeira, ainda mais pelo início lento com aspectos psicodélicos que não chamam a atenção.
Mesmo assim, é um bom disco.
Um material não muito diferente do que ela ja fez com o Paramore, mas, definitivamente, possui mais influencias indie dos anos 2010 do que qualquer disco da banda.
Uma pedra preciosa da música brasileira.
Os flertes com o funk são acompanhados por uma imersão profunda na disco, dando ao álbum uma sensação de divertimento infinito (mesmo que algumas letras sejam mais introspectivas).
Uma pena que seja tão curto!
WOW! Que evolução em relação a The Contract.
É evidente que soa mais como uma extensão do Clancy do que como um novo projeto em si. Porém, diferente do lead single, há uma compreensão maior do que fez o disco antecessor ser ótimo, replicando o estilo de Next Semester e Navigating.
Com show de sintetizadores, Barry Can't Swim soa excêntrico em seu segundo álbum de estúdio.
Loner consegue extrair emoções divergentes com o passar das faixas, e o principal elemento para tal feito é, sem dúvidas, o sintetizador. É impressionante como Joshua Mainnie tem o domínio completo do principal elemento da indietronica, obtendo como consequência um leque robusto de emoções ao longo do disco, desde ... read more
Um disco instrumental que se desenvolve para o ouvinte através de sensações introspectivas e épicas.
A Single Flower é o 5⁰ disco do grupo We Lost The Sea que, mantendo-se dentro da esfera da instrumentação, contém boas faixas com excelentes atmosferas, mas sem um grande diferencial para seus antecessores.
Altos e baixos em torno desse álbum. As faixas que focam mais no art pop são os maiores destaques, apesar da ousadia e experimentar o trip hop em determinadas canções.
Ficou em What Was That, mesmo...
Um disco que tenta ser mais do que ele é, e não chega a lugar algum. Em solar power, parecia que Lorde tinha convicção do que estava fazendo, mesmo que fosse um disco completamente diferente de seus antecessores.
Virgin a todo momento força uma epicidade ao inserir sintetizadores distorcidos e explosões sonoras como em Man Of The Year, mas, no final, é só mais um álbum pop comum.
Certamente, podemos afirmar que YUNGBLUD tem sido um dos artistas mais criticados dos últimos anos. Seus últimos trabalhos (WEIRD! e YUNGBLUD) tiveram um foco maior no pop punk, mas passaram longe de atingir um nível satisfatório de qualidade. Era a hora de mudar, de tentar algo diferente após tantos erros.
Em Idols, o artista retrata essa temática de mudanças e a aplica na sonoridade do álbum, afinal, este é o mais interessante e ... read more