Em uma busca por autenticidade e inovação - a qual, na época, nem ela sabia que jamais acabaria - Madonna escreveu em pedra o que uma estrela da música pop deve fazer para merecer o título.
Agora que eu já falei o que todo mundo fala kkk tem momentos que sinto que o álbum não mexe comigo como deveria, mas o que mais me captura nele é ver como ela saiu do armário em relação a ideias que ela já vinha ... read more
O que eu mais gosto nesta Era é a evolução vocal dela, muito bem-vinda na minha opinião. O que eu menos gosto é a superficialidade de algumas performances, que não combinam com o crescimento inevitável da rainha em construção (sim, pra mim ela ainda tinha o que provar depois desse disco). Contudo, certamente é uma bíblia do pop e deve ser venerada como tal.
Na contramão do que quase todo mundo fala: Vejo no debut uma influência maior sobre os anos 80, enquanto "Like A Virgin" é que de fato nos dá um vislumbre do que seria a rainha do pop. Pessoalmente, prefiro o 1º álbum, mas este aqui notavelmente expande a arte dela em produção e ousadia, tornando possível tudo o que veio depois
O ruim de esperar muito pra conhecer uma coisa, sobretudo quando ela lembra algo que você gosta, é que gera muita expectativa e, mesmo que seja bom, não te impressiona como poderia. Não que haja algo de extraordinário pra descobrir em "The Art Of Loving", mas ele pode ser casualmente reconfortante.




