Me pareceu bem menos radiofônico do que o Short, e bem mais fresco de se acompanhar do ínicio ao fim. A Sabrininha mantém sua paixão por ABBA mais viva do que nunca, e o country saudosista em certas faixas também é um tanto agradável. Penso que o dedo do Jack Antonoff deixou muito da produção bem pé no chão, mas tem alguns bons highlights por aqui.
Destaques: Manchild, Nobody's Home, House Tour e Goodbye.
Pontos ... read more
Divertido e cativante, a Nathy tem uma vibe de que tem muitos amigos gays - e eles com certeza aprovam tudo que ela faz.
Bad Bunny tem uma voz que apetece meus ouvidos, e a muito tempo foi a minha porta de entrada no reggaetón padrão. Penso que hoje o gênero tem melhores representações, mas ele faz bem com o que tem em mãos, e por hora é o que basta.
Cheguei no inferno e não sei mais como sair, só sei que BOY BOY ficou na minha cabeça.
A reciclagem dos anos 80 foi um tanto benéfica na carreira da Doja, mas aqui somente evidenciou sinal de desgaste. É triste mas, quanto mais ele se aproxima do fim, mais parece que se distancia, o que torna a experiência maçante. Fique a vontade para carregar seu álbum de sintetizador, só faça isso não soar tão inorgânico.
Os singles curiosamente são melhores que o álbum todo, vai entender.
É uma verdadeira eletrosummer, o que parece ser a cara da Zara, mas só me pareceu exageradamente carregado por uma aura anos 2000 que, honestamente, já viveu os seus dias de glória no passado. Deixarei meus elogios para a estética realmente marcante, além de Blue moon que verdadeiramente me encantou.
Pega o Blurryface e dá uma piorada nele, possivelmente você terá esse álbum.
Dá para notar como a Charli foi uma inspiração direta para a Demi nesse novo projeto, mas tem algo aqui que o torna dela - e se não fosse por isso, ele estaria fadado ao esquecimento. No mais, as vezes a pista de dança é rasa feito um pires, mas tá tudo bem, só se divirta garota.
Pop confiante e saudosista, conheci a Sigrid por aqui, e me peguei encantado em como a voz dela orna tão bem com a produção das faixas.
Tão açucarado quanto cítrico. Smoochies é uma verdadeira bomba hyperpop com muito cunty e extravagância, carregado por uma doçura travessa de quem sabe se divertir. Ashnikko realmente reúne tudo que mais sabe fazer por aqui, e ela é eletrizante o bastante para fazer a experiência ser no minimo, memorável.
Destaque: Chichinya, de longe a melhor música do álbum.
Pontos baixos: 15 músicas pareceu demais, ... read more
Barulhento e magnânimo, quer ser bastante coisa, e faz com proeza tudo que se propõe. Parece difícil pensar, mas esse foi um debut.
Nunca pensei que fosse possível mesclar música eletrônica com música folk - mas aí vem Juana Molina, nossa hermana argentina e nos mostra que é possível. Baita surpresa desse ano, e não por acaso, eu o descobri pelo site da Pitchfork, até que eles tem bom gosto mesmo.
Para um EP, Marina cumpre o propósito de dar uma roupagem característica ao carnaval, ainda que isso não o torne menos formulaico. CARNAVAL por incrivel que pareça funcionou por aqui, mas o feat com o Psirico pareceu levemente exagerado. Vale elogios para Saí para ver o mar e Maravilhosa, com certeza fizeram o projeto de fato, parecer dela.
Divertido e ultrajante. De certa forma, aqui tem muito da essência Kesha de ser, além de ser uma declaração da sua própria liberdade pós Dr. Luke, no entanto, ainda é fácil de notar as repetições que já não parecem acompanhar o seu próprio crescimento enquanto pessoa, e principalmente enquanto artista - ainda mais se pensarmos que ela nos concebeu obras como Rainbow e o Eat the Acid.