Sabrina Carpenter - Man's Best Friend
70

Me pareceu bem menos radiofônico do que o Short, e bem mais fresco de se acompanhar do ínicio ao fim. A Sabrininha mantém sua paixão por ABBA mais viva do que nunca, e o country saudosista em certas faixas também é um tanto agradável. Penso que o dedo do Jack Antonoff deixou muito da produção bem pé no chão, mas tem alguns bons highlights por aqui.

Destaques: Manchild, Nobody's Home, House Tour e Goodbye.
Pontos ... read more

Nathy Peluso - MALPORTADA
75

Divertido e cativante, a Nathy tem uma vibe de que tem muitos amigos gays - e eles com certeza aprovam tudo que ela faz.

Bad Bunny - DeBÍ TiRAR MáS FOToS
75

Bad Bunny tem uma voz que apetece meus ouvidos, e a muito tempo foi a minha porta de entrada no reggaetón padrão. Penso que hoje o gênero tem melhores representações, mas ele faz bem com o que tem em mãos, e por hora é o que basta.

Irmãs de Pau - Gambiarra Chic, Pt. 2
47

Cheguei no inferno e não sei mais como sair, só sei que BOY BOY ficou na minha cabeça.

Doja Cat - Vie
54

A reciclagem dos anos 80 foi um tanto benéfica na carreira da Doja, mas aqui somente evidenciou sinal de desgaste. É triste mas, quanto mais ele se aproxima do fim, mais parece que se distancia, o que torna a experiência maçante. Fique a vontade para carregar seu álbum de sintetizador, só faça isso não soar tão inorgânico.

Selena Gomez - I Said I Love You First
50

Os singles curiosamente são melhores que o álbum todo, vai entender.

Zara Larsson - Midnight Sun
60

É uma verdadeira eletrosummer, o que parece ser a cara da Zara, mas só me pareceu exageradamente carregado por uma aura anos 2000 que, honestamente, já viveu os seus dias de glória no passado. Deixarei meus elogios para a estética realmente marcante, além de Blue moon que verdadeiramente me encantou.

twenty one pilots - Breach
62

Pega o Blurryface e dá uma piorada nele, possivelmente você terá esse álbum.

Sudan Archives - THE BPM
77

Tá na moda dançar e chorar ao mesmo tempo, acho icônico.

Lady Gaga - MAYHEM
70

Marcou muito o meu ínicio de ano, mas parece que muito da sua força foi se diluindo com o passar do tempo. Abracadabra ainda é um marco no pop atual e na carreira da própria Gaga, e eu ainda sonho com um remix de how bad com a Taylor.

Demi Lovato - It's Not That Deep
70

Dá para notar como a Charli foi uma inspiração direta para a Demi nesse novo projeto, mas tem algo aqui que o torna dela - e se não fosse por isso, ele estaria fadado ao esquecimento. No mais, as vezes a pista de dança é rasa feito um pires, mas tá tudo bem, só se divirta garota.

Sigrid - There's Always More That I Could Say
76

Pop confiante e saudosista, conheci a Sigrid por aqui, e me peguei encantado em como a voz dela orna tão bem com a produção das faixas.

Squid - Cowards
77

Mais um do post-rock que me deixou meio de cara.

Balu Brigada - Portal
78

Se Tame Impala fosse artista, esse álbum provavelmente seria deles.

Ashnikko - Smoochies
79

Tão açucarado quanto cítrico. Smoochies é uma verdadeira bomba hyperpop com muito cunty e extravagância, carregado por uma doçura travessa de quem sabe se divertir. Ashnikko realmente reúne tudo que mais sabe fazer por aqui, e ela é eletrizante o bastante para fazer a experiência ser no minimo, memorável.

Destaque: Chichinya, de longe a melhor música do álbum.
Pontos baixos: 15 músicas pareceu demais, ... read more

Maruja - Pain to Power
80

Barulhento e magnânimo, quer ser bastante coisa, e faz com proeza tudo que se propõe. Parece difícil pensar, mas esse foi um debut.

Juana Molina - DOGA
80

Nunca pensei que fosse possível mesclar música eletrônica com música folk - mas aí vem Juana Molina, nossa hermana argentina e nos mostra que é possível. Baita surpresa desse ano, e não por acaso, eu o descobri pelo site da Pitchfork, até que eles tem bom gosto mesmo.

Djo - The Crux
81

Se eu estivesse no hotel The Crux, é possível que a minha canção seria Gap tooth smile. Obrigado por esse álbum com gosto de laranja lima Djo, você arrasou aqui.

Marina Sena - MARINADA vol.01
60

Para um EP, Marina cumpre o propósito de dar uma roupagem característica ao carnaval, ainda que isso não o torne menos formulaico. CARNAVAL por incrivel que pareça funcionou por aqui, mas o feat com o Psirico pareceu levemente exagerado. Vale elogios para Saí para ver o mar e Maravilhosa, com certeza fizeram o projeto de fato, parecer dela.

Kesha - .
60

Divertido e ultrajante. De certa forma, aqui tem muito da essência Kesha de ser, além de ser uma declaração da sua própria liberdade pós Dr. Luke, no entanto, ainda é fácil de notar as repetições que já não parecem acompanhar o seu próprio crescimento enquanto pessoa, e principalmente enquanto artista - ainda mais se pensarmos que ela nos concebeu obras como Rainbow e o Eat the Acid.

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