Pior do que k-pop produzido na Coreia do Sul, é k-pop com produção norte americana. Não me levem a mal, o disco começa até que bem com Gnarly, mas a produção faz com que ele já nasça datado de inúmeras formas. Antes fosse um caos bonito, mas só é um caos momentâneo e insosso.
Senhoras e senhores, bem vindos a 2026.
Este aparentemente é o meu primeiro álbum desse ano, e que maneira caótica e excêntrica de começar o ano. Eu sequer conhecia o Joost, mas fazendo algumas pesquisas, descobri que o mesmo tornou-se uma promessa holandesa, com um viral que marcou o Eurovision em 2024.
Posso dizer que há algo muito único na forma com que o mesmo se entrega ao nonsense em boa parte das canções, as vezes é ... read more
É um álbum muito texturizado em instrumentação e tématica, com destaque a sua atmosfera quase cinematográfica em alguns momentos. Ainda que seja breve, pessoalmente acho que a produção o torna bem repetitivo, mas nada que retire muito da força de suas letras.
É possível que esse seja o álbum mais "queria estar morta" que eu tenha escutado nesse ano. Entre muita ironia e autodepreciação, Getting Killed é muito sobre tocar a vida em um mundo submerso em máscaras sociais. Os maneirismos do vocalista acompanham bem a produção caótica, ainda que exageros sejam nítidos por aqui e, particularmente, me causaram um certo afastamento até nos momentos de maior ... read more
Sou facilmente vendido a um pop rock bem feito, e mediante ao que eu esperava, realmente cumpre com o propósito. O álbum é bem curtinho, mas a produção repetitiva faz com que as músicas mais para o fim percam o fator "novidade", no entanto, talento ele tem, e aparentemente estilo também, agora é esperar pelo o que vem pela frente.
É um tanto adorável de se ouvir, além de reconfortante. A produção recorre a instrumentais mais limpos e suaves, e já como preenchem quase todo o álbum, pode ser que se torne cansativo em algum instante, mas a narrativa faz valer a pena. Para quem aprecia escutar música para relaxar ou se concentrar, certamente essa é uma boa escolha.
Os batidões parecem estar em dia, a personalidade nem tanto. O álbum tem lá os seus momentos (o feat com a PinkPantheress é um deles) mas no geral, parece contido e, curiosamente, nada diferente do que parece popular na atualidade.
Estive bem dividido desde do lançamento dele, mas hoje posso dizer que ele me desce muito melhor. Penso que ele tem coisas muito boas (Walk of fame com certeza é uma delas) mas penso que falta algo que o torne coeso enquano álbum. Os visuais são uma prova viva disso, mas ao menos, me apetece um tanto o fato de que a Miley buscou ousar e, mesmo com suas limitações, buscou algo com um caratér mais conceitual (só faltou o conceito).
Devo começar dizendo que sou um dos maiores apreciadores de música country, então devo dizer que ver Tyler Childers como um dos principais representantes do gênero na atualidade me soa um tanto agradável. Narrativamente, o álbum é uma surpresa até para o gênero, e do ínicio ao fim, é divertido de se acompanhar. Pelas limitações do estilo musical, a extensa duração uma hora acaba sendo ... read more
Currents, só que com a desculpa do "familiar" enquanto justificativa para uma sonoridade tão desinteressante.
Tão caótico quanto devastador. A Lola consegue mesclar muito bem o seu caráter mais instrospectivo de suas canções com uma produção muito bem quista, ainda que este pareça menos organizado do que a sua estréia. SPIDERS é facilmente uma das melhores músicas do ano, e um destaque muito forte na própria carreira dela.
Um synthpop quando bem feito, é sempre bem vindo. Essa capa é um acontecimento, quem dera todo o potencial da mesma fosse refletido no álbum.
Certamente esse não é o auge deles, mas milk of the madonna faz valer a experiência demais.
A montagem de canções do gênero kpop são sempre tão formulaicas, mas na atualidade, penso que o Stray Kids se destaca com produções sofisticadas e um bom aproveitamento do grupo como um todo. Não tem nenhum highlight fortissimo, mas ao menos não agride nem desaponta ninguém.