Agradável aos ouvidos, como boa parte das canções do Ed soam, mas não se destaca em nada. Esse "retorno" ao pop que ele ficou conhecido não esconde o cansaço do mesmo, além de ser um exemplo claro de comodismo que dura a mais de uma década.
Tem lá as suas incosistências, mas se pensado que veio de uma artista que aparentemente é refém do tik tok, dá para perceber que ao menos refêrencias e talento ela tem.
Da zona de conforto ao fundo do poço. Não tem drama, o que temos é uma espécie de MDNA piorado, com uma enxurrada de canções fillers que não se deslocam a lugar nenhum, somente existem.
Mariah quer de algum modo se manter atual, o que para alguém da velha guarda, uma tentativa dessas sempre me parece rísivel.
Se a Taylor tá precisando de uns anos sabáticos, o The Weeknd precisa o dobro. É inegável que o Abel tenha talento e que o mesmo sempre arquiteta um ótimo storytelling em seus projetos, mas aqui com certeza não rolou. Falta tato, falta direcionamento, e pior do que isso, a própria personalidade dele parece se perder nessa desconstrução de alter-ego que todo mundo sabe que é balela. Desliga o microfone Abel, você ... read more
Tão radiante quanto radiofônico. Alguns dizem que ela salvou o pop, mas para mim, ela somente fez o que o pop sempre fez, só que com um quê a mais de personalidade.
Se não fosse por Sorry I'm here for someone else e Momma song, provavelmente eu teria dormido. Talento o nosso "querido" Benson tem, mas personalidade e direcionamento é o que falta.
Quando a fofoca é mais memorável que a produção. Lily se torna mais pessoal do que estão dizendo, em uma obra que em sua essência, é um verdadeiro desabafo, ainda que seus arranjos dificilmente cheguem em algum clímax. No mais, vou estar mandando muito amor para todos os envolvidos nesse pussy palace, pois me rendeu boas risadas.
Para quem tem um vozeirão, é triste ver como a Ava Max tem parte do seu potencial limitado pelo nulo investimento da gravadora em produtores e projetos melhor polidos para a mesma. Ao menos, dá para dançar com algumas canções, ainda que o genérico pareça ocupar boa parte da produção formulaica.
O fato da última canção se chamar "Inferno" já diz muita coisa, acredite.
Quando a indústria se desgasta.
Vamos tirar o seguinte elefante da sala: Foi-se alimentada uma idéia (e reforçada pela própria Taylor) de que este retornaria ao pop dançante com toques de 1989, algo que caiu por terra quando o projeto veio a público.
Não é surpresa para ninguém o quanto eu admiro a loirinha e sua tragetória na indústria, no entanto, torna-se evidente que a QUANTIDADE tem-se mostrado mais relevante do ... read more
Posso dizer que ainda estou a me acostumar com o timbre um tanto estilístico de Sena, mas negar o seu talento é de fato, ignorância pura. Diferente do seu projeto anterior, aqui Marina desmitifica o seu próprio som, explorando nuances que realmente tornam a experiência mais natural possível. Numa Ilha é uma verdadeira síntese da obra como um todo, ainda que exageros como CARNAVAL e TOKITÔ realmente não pareçam tão ... read more
Um apogeu do amor em suas mais diferentes nuances. Olivia Dean parece despida de filtros. se mostrando apaixonada não somente para quem canta, mas como canta. Ouvir esse ao fim de tarde é, de fato, uma experiência.
Charmoso e mágico - as vezes até transcendental. Julia tem um quê muito forte de Marina Lima em seu repertório, mas felizmente faz isso a seu modo, o que tornou minha experiência um verdadeiro deleite.