Que album chique. Que bom linda. Estou encantado.
Esse album foi uma grata surpresa. Amei a atmosfera, que é tão bem construída com a voz de Laufey e te deixa suspenso da realidade pelo tempo da duração do álbum.
Aliás, esse é um álbum que carrega um atributo que eu amo: ele é cinemático.
Estou completamente apaixonado por Lola e ansioso pra ver onde ela pode chegar.
Após ouvir o This Wasn't For You Anyway, eu tinha expectativas não tão altas de que o I'm Only F Myself fosse se igualar a ele. Mas Lola se igualou e em grande estilo; sem se autocopiar, demonstrando um arsenal de referências que são ausentes em outros artistas da mesma geração que ela (em especial os estadunidenses).
O mais interessante é que Lola ... read more
Francamente, me choca esse álbum estar sendo abraçado pela crítica.
Soa incompleto, como se fosse feito apressadamente, até preguiçoso em alguns momentos. O ponto alto, um dos pouquíssimos, é a música Bodega Baddie. Fora isso, é um show de obviedades, tédio e repetição. Sem contar o enorme exagero de 23 músicas – em que, no máximo, 3 se salvam.
Eu espero muito que Cardi faça mais ... read more
Um amadurecimento claro de Potyguara. Uma evolução ao criar instrumentações e letras (especialmente) mais resistentes ao tempo, diferentemente do Simulacre. Ainda assim, é um EP lugar comum e dentro do esperado.
Não entendi Jade soltar metade do álbum em forma de single porque, pra mim, o o trabalho acabou perdendo a graça.
Mas o CD é bom. It Girl, Angel of My Dreams e Natural at Disaster mostram como ela consegue transitar entre o pop dançante e o drama melancólico. Certamente é o melhor trabalho dentre as ex-Little Mix.
Destaques: Natural at Disaster, It Girl
Prefiro Evitar: FUFN, Self Saboteur, Before You Break My Heart, Silent Disco
Em nenhum momento duvidei, mas, depois de um debut excepcional, eu não imaginava que Ângela acertaria tanto no trabalho seguinte.
Com níveis de tragicidade e melancolia menores que o debut, Só Nos Resta Viver eleva o nível com composições ainda mais afiadas e ainda mais lindas, com instrumentais mais livres e versáteis.
Tenho vontade de morar dentro das letras de Ângela, não sei explicar.
DEP, Ângela! ... read more
Um álbum muito agradável, que expande ainda mais o alcance de Nina Simone em questão de gêneros e que prova sua versatilidade.
Muito já ouvi falar sobre a importância do White Album para os Beatles e para a música, mas, entre os álbuns ouvidos até agora, foi o que eu menos gostei.
Ainda assim, devo admitir que é perceptível como ele foi influente e como é um CD totalmente diferente – principalmente porque se percebe uma liberdade muito maior da banda. Mas é um daqueles álbuns que, para mim, valem pela história mas não pelas ... read more
Facilmente um dos melhores álbuns do ano. Uma mistura muito inteligente e coesamente bem construído. Uma grata surpresa, que mostra uma teoria pessoal de que novos artistas do Reino Unido agregam muitíssimo mais à música do que os dos EUA.
Ainda tive esperanças que Sabrina fosse surpreender mas ela se manteve na zona de conforto, fazendo músicas déjà vu. Não tem originalidade e parece que você tá ouvindo a mesma música no repeat. O ponto alto é quando ela pende pra uma vibe Madonna, mas, infelizmente, não dura muito.
Destaques: Go Go Juice, When Did You Get Hot?.
Prefiro evitar: Sugar Talking, We Almost Broke Up Again Last Night.
Álbum muito interessante sonoramente. Perpassa vários estilos e gêneros de forma uniforme e muito original.
A sequência She's Leaving Home > Being for the Benefit of Mr. Kite! > Within You Without You > When I'm Sixty Four (essa porque eu achei fofa) é uma coisa de louco. Isso sem falar em A Day in the Life, que é um encerramento IMPRESSIONANTE.
Destaques: falei acima
Prefiro evitar: Lucy in the Sky with Diamonds
Tentando novamente...
Eu já devo estar ouvindo esse álbum pela terceira ou quarta vez, na tentativa de entender o porquê os Beatles são tão amados assim. Não vou mentir que, apesar de eu ainda não gostar tanto das músicas, não achei o álbum desgastante dessa vez.
É perceptível o quanto os instrumentais foram influentes – basicamente ouvi elementos de todos os meus artistas preferidos –, e muito ... read more
O OK Computer é um álbum lançado em 1997 mas olhando 50 anos a frente. Poderia ser um disco lançado hoje e, com certeza, daqui a 50 anos ainda vai soar atual.
Com uma visão artística extremamente precisa e lúcida, é um disco que possui músicas interessantes e graciosas por si só, mas vai muito além. Encapsula bem a ansiedade da virada do milênio da forma mais existencial e pessimista possível. Torna-se ... read more