Muito bom ouvir Raquel solo. Não esperava essa sonoridade. Enfim, um ótimo debut solo, já chega com atitude, ousadia e personalidade. Ansioso pros próximos trabalhos.
O exagero dos anos 2010 está de volta com Zara. Consigo escutar Britney, Rihanna, eletrodance europeu e as músicas hits de DJs tudo num álbum só. É um maximalismo que beira o brega, algo muito diferente do pop atual, o que é bom.
Dito isso, não acho que precisava ser tão literal assim pra fazer o resgate do feeling de uma década.
Ps: a pior música possível para encerrar foi Puss Puss!
Eu não vou mentir. Não estava esperando muita coisa desse disco porque não costuma me conquistar artistas que cantam MPB atualmente – os menos conhecidos eu digo. Tem uma certa aura de prepotência em torno da maioria deles que transparece nas letras, nas instrumentações, na personalidade, enfim, em tudo, como se, de alguma forma, quisessem conscientemente reinventar o gênero.
Nada, mas NADA disso aparece nesse disco. É um trabalho ... read more
Bastante genérico, lembra um kpop datado, mas ainda assim tem ideias mais interessantes que certos álbuns pop por aí. [Amo o maximalismo]
Essa diva faz algumas músicas de 2 minutos serem enjoativas, o que é difícil entender como ela consegue. Mas que ela sabe fazer uma farofa, ela sabe!
Essa tag de experimental aqui é um exagero.
Enfim, é um bom álbum, com letras muito boas, e é convincente em seu ponto de vista. Só acho que não fossem as letras, o álbum não teria tanto assim a oferecer – mesmo que os instrumentais tenham momentos ótimos, não sustentam um álbum.
CARRANCA É O ÁLBUM DO ANO!
Em seu álbum Yeezus, o falecido Kanye West (Ye, sei lá, não me importa), na faixa “BLKKK SKKKNHEAD”, aborda os problemas políticos enfrentados pelas pessoas negras nos Estados Unidos, alinhando tópicos específicos das relações raciais no país e os centrando na figura hipotética de um supremacista negro. Portanto, não surpreende que o lead single de CARRANCA ... read more
Pelo começo do disco, eu realmente não imaginei que tomaria o rumo que tomou. Da terceira música em diante, fica muito mais interessante.
Imagine se Gilberto Gil, Milton Nascimento e Caetano Veloso se reunissem para fazer um álbum conjunto. No Brasil, isso seria o equivalente ao que aconteceu nesse disco, que reúne Camarón de la Isla, Paco de Lucía e Tomatito.
E o que se espera quando três monumentos se juntam? Exatamente o que eles entregaram: pura consciência, domínio, reinvenção e genialidade. É uma amostra majestosa do flamenco com performances igualmente ... read more
Meu primeiro álbum de Squid e fiquei um pouco desnorteado. Não tava esperando algo tão grandioso e elegante assim. Sonoramente EXCELENTE e inesperado; as músicas começam de uma maneira e, aos poucos, morfam-se em algo totalmente diferente e megalomaníaco. Muito, muito bom. Vou revisitar em breve.
Amo o início do disco; é enérgico, cria uma atmosfera chiquérrima. O problema passa a ser da metade pra perto do final, quando aparecem várias músicas insuportavelmente entediantes. Mas já bem no finalzinho, o disco volta com tudo.
Dito isso, dane-se! O que importa é que Bad Bunny tá perturbando estadunidense e enaltecendo os latinos com esse álbum ABSOLUTAMENTE latin culture (começando pela capa!).
Totalmente diferente do que eu imaginei. Um álbum bom que se destaca um pouquinho mais do pop entediante desses novos artistas masculinos (sim, estou falando de você 🫵🏽 conan grey)
Eu não sei porque, mas sempre demoro a ouvir os trabalhos de Tyler. E sempre que ouço, me dá raiva por não ter ouvido antes.
Ele tem algo que, para mim, se assemelha muito a Kendrick. Os álbuns deles têm uma força sonora muito grande, com músicas robustas, em que se consegue ver nitidamente uma espinha dorsal e muito esmero.
Entretanto, Tyler, até mais que Kendrick, sempre me surpreende pela maneira como mistura sonoridades e ... read more
Muito estranho revisitar esse disco. Muito embora tenha momentos ótimos, na minha cabeça ele não era tão "carimbo de uma época". Talvez seja pela comparação inevitável com o trabalho atual de Eartheater, que em tão pouco tempo se refinou tanto, não sei...
É impressionante a diferença entre novos artistas dos EUA e do Reino Unido. Enquanto os EUA dão Chappell Roan, Benson Boone e Tate McRae, o Reino Unido dá Lola Young, Olivia Dean e Raye (note: artistas bem diferentes entre si). Uma balança desproporcional.
Dito isso, não é de se admirar que Olivia surja ao mundo (em projeção, eu digo, porque esse não é seu debut) como uma artista com um trabalho tão ... read more
Acredito que Mariah tem uma fama mais do que justa no R&B. Ela nos presenteou com preciosidades do gênero, que, aliadas à potência da sua voz, elevam ainda mais seu trabalho.
Isso parece se perder em Here For It All. Na minha opinião, Mariah tentou se ajustar à música atual, como qualquer artista que se preze faria, mas o fez da forma mais sem identidade e óbvia possível (além de levemente datada).
O álbum só ganha ... read more
Já cansei da influência (se é que pode chamar só de "influência") oitentista na música. Claro que é uma década rica, mas me cansa quando é utilizada em excesso e sem um pingo novidade para os dias atuais.
Eu não gosto justamente porque os resultados são álbuns como esse: legais, mas loooonge de serem interessantes e de se manterem no replay. Para mim, tornam-se enjoativos já na segunda, ou ... read more
Tem grandes momentos (Hard, Negative Self Talk, True) que pegam caminhos inusitados dentro da paleta sonora do álbum; e tem pontos bem baixos (WHIM, e algumas das músicas iniciais) que soam descartáveis e como se pertencessem a outros artistas.
Entretanto, em geral, não é um álbum com músicas que eu ouviria sempre mas é um álbum muito agradável de se ouvir. E é definitivamente um álbum suficiente para que eu ... read more