Se ouve muita gente num álbum só, como um emaranhado de influências sem cuidado ou adaptação. Basicamente parece um álbum de covers sem ser.
Dito isso, adorei The Air That I Breath.
Eu não tô conseguindo colocar em palavras as sensações que eu tive ao ouvir esse álbum, além do sentimento ininterrupto de puro orgulho de ser brasileiro. Que disco bom! Quase 40 minutos em que eu me senti como se tivesse sido sugado pra uma outra dimensão; não senti o tempo passar e quando acabou fiquei com gostinho de quero mais.
Muito em breve vou revisitar, com a mais pura certeza!
Minha introdução a João Bosco não poderia ser melhor. Introdução que eu digo, ao seu trabalho para si, pois já conhecia algumas de suas composições (muitas vezes sem saber que eram suas) nas vozes de outras pessoas.
Fiquei muito animado em conhecer mais seus discos.
Letras muito bonitas e arranjos igualmente bonitos, como sempre. Esse é sempre o ponto forte dos álbuns de Sabrina
Simplesmente obcecado. Os remix, que eu não costumo gostar, conversam muito bem com o álbum original e tudo faz muito sentido, desde sonoridade e construção até os feats. Aliás, esse feat com Jade é minha mais nova obsessão; elevou uma música que já era muito boa.
Um pop muito gostosinho, tô apaixonado. É descontraído, bem feito, atual, agradável... amei demais
Não é dos melhores trabalhos no sentido de inovação, mas é um disco muito competente e com ótimos momentos de leve experimentação, principalmente vocal.
[Desafio Brasil #24]
Às vezes é meio irritante, mas ainda assim muito bonito.
[Desafio Brasil #26]
Não tem como ser nordestino e não ter ouvido as músicas desse disco. A minha surpresa foi só elas estarem agrupadas num disco só kaakakakak
Mas é um álbum primoroso. Lindíssimo, com arranjos excelentes – o de Garoto de Aluguel, por exemplo, é lindo demais, inclusive o original é o melhor –, um conceito bastante simples mas duplamente criativo e efetivo.
Agora, eu devo confessar que, apesar ... read more
[Desafio Brasil #9]
Belchior aparentemente não é pra mim. Já tinha ouvido músicas avulsas dele e não tinha gostado. Mas, para mim, a forma de julgar realmente se gosta ou não de um artista é ouvir um disco inteiro dele. Aqui está, ouvi, e continuo não gostando.
Um monumento de álbum, além de bastante desafiador, a começar pela duração. Se duas horas de duração pode ter sido um grande de um baque, logo fez bastante sentido; foi um disco que eu ouvi como se ouvisse um filme. Cada faixa é um mundo à parte.
Por isso demorei tanto para avaliar o disco. Passei um bom tempo ouvindo, re-ouvindo, ouvindo músicas isoladamente, depois ouvindo num todo, tentando entender, enfim, degustando o ... read more
Um grande feito que poucos álbuns desse ano conseguiram comigo: me manter interessado. Seja pela mensagem, pela estética, pela sonoridade, por algo que seja, esse ano foi complicadíssimo pra música de modo geral. Muitos trabalhos bons, alguns ótimos, mas conta-se nos dedos os excelentes.
Esse é um dos que eu considero excelente. Me captou completamente. Não teve skip; achei todas as músicas interessantes, especialmente pelas texturas que ... read more
Chegou num ponto que todo mundo já sabe o que esperar de Florence. Ela anda numa zona de conforto já há algum tempo, com pouquíssimas variações, que eu particularmente acho bastante entediante. Mas isso em questão de sonoridade.
Agora ela me conquista nas composições, que eu gosto e sempre gostei, mas amei ainda mais nesse CD. Também adorei a atmosfera de filme de terror. Em questão de narrativa me conquistou.
Amei ... read more
[Nota apenas para Mother]
Uma música boa, que se encaixa bem no disco, mas só uma unidade de música no deluxe? 1 ano de aniversário, poderia pelo menos colocar mais umas 3, né, Tyler?
Criatividade e liberdade artística puras. É tão absurdamente visionário que até o ouvido mais leigo reconheceria sua imponência.