Que cd absurdo! Kate Bush soa atual e constrói um mundo VERDADEIRAMENTE sensual. Eu não acho nem que deveria estar escrevendo review após ouvir pela primeira vez, mas tô simplesmente chocado.
Esse álbum é tentacular. É um daqueles trabalhos que demarcam sua imponência se expandindo em diferentes sonoridades e localidades. Quero dizer que sua sonoridade é complexa e inesperada ao ponto de não ser tão fácil distinguir de qual país especificamente o álbum advém. Sua sonoridade, igualmente intricada, nos leva em uma jornada. Foi uma ótima experiência ouvir esse cd!
Me senti em 2015. Acredito que isso já resume minha experiência com o CD.
Que EP gostosinho. Eu tenho uma fraqueza por salsa, então serviu tudo que eu precisava!
Surpreendente. Achei que seria reggaeton genérico que só estadunidense e fake latinos gostam, mas é um ep muito bem feito. Não sou muito fã da ideia de incluir as músicas ao vivo (só porque sonoramente acho que há uma quebra muito brusca), mas ao mesmo tempo acho que deu uma amplitude ao disco e à capacidade dos artistas.
Muito bom. Um som muito interessante; parece Beirut, se eles tivessem surgido esse ano.
Celeste tá mais apurada que nunca nesse álbum. Letras ótimas, voz mais linda e forte que o normal, arranjos lindíssimos... tudo se encaixou direitinho no CD. Me senti em transe
Esse foi o meu 13° porquê.
Parece uma mistura entre Harry Styles e Adele e eu acho que isso já diz muito. Não tem muita personalidade, nada que possa se dizer "puts, ISSO é Benson". Poderia ser literalmente qualquer pessoa. Isso não é um problema necessariamente, mas torna-se um problema quando as músicas são entediantes.
Eu estou sem palavras. Esse é um puta álbum, em que tudo funciona da maneira mais suave possível. Suave em produção, construção narrativa, letras, porque de suave o disco tem pouquíssimas coisas. Certamente é um dos melhores do ano.
Pop de qualidade. Parece um album atual e ao mesmo tempo não, mas soa chiquérrimo.
Às vezes é meio apático, às vezes é entediante, mas em geral é um trabalho lindíssimo. Carminho brilha com sua interpretação e voz. E que letras lindas!
Melhor do que eu imaginei que seria. Achei que depois de tanto tempo no pagode, essa volta pro pop/r&b seria desastrosa e traria vícios do pagode, mas não. Ainda é meio repetitivo e parece não ter muitas referências, mas é um trabalho bom
"Are all the alt girlies going commercial because there's no $$ left to be made with 4 bars algorithm 3min attention span?"
Essas foram as palavras de Sevdaliza em reação ao Caprisongs de FKA twigs. Agora imagine quanto nerve a pessoa precisa ter para falar isso e um tempo depois lançar um Heroina.
Esse é um dos lançamentos mais genéricos do ano. Sabendo do potencial de Sevdaliza é de se espantar até que seja um ... read more
Um álbum conceitual minimalista sobre morte como debut foi o atestado de quem seria Rosalía como artista.
Conheço Rosalía desde 2018, através do El Mal Querer, e quando ouvi o Los Angeles achei muito bom, muito interessante e muito bonito, mas acredito que não tenha captado verdadeiramente sua grandeza e importância. A cada vez que eu escuto percebo algo novo.
Claro que tem seu próprio DNA artístico, mas Rosalía invoca ... read more
Rosalía chegou num estágio da sua carreira em que muitas pessoas estariam nervosas, inseguras, pressionadas, se questionando sobre suas próprias decisões e/ou se preocupando com a recepção do público.
É muito clara a influência abertamente declarada de Björk em seu trabalho, pois Rosalía tem uma abordagem igualmente destemida, curiosa e bem estruturada com suas criações. E, com a mesma coragem de ... read more