[Revisita]
Blackstar foi o álbum que me fez gostar de Bowie, quando lançou. Até hoje me fascina por toda a mística que há em torno dele.
Como se não bastasse ser impressionante esse ser conscientemente o álbum de despedida para pontuar uma carreira prolífica e marcante de um ícone, acredito que sintetiza muitíssimo bem a persona de Bowie: experimental, a frente, destemido, eclético e performático.
Fazendo um ... read more
Por algum motivo não está aqui no site, mas vou deixar uma review pro ep Fatal. Amei demais, pois é sedutor, dançante, realmente uma delícia de se ouvir e me deixou curioso pelo trabalho de Juniper. Aliás, a parte visual dela tá sendo muito boa, as imagens chamam bastante a atenção. (NOTA PRO EP: 75)
[Desafio Brasil #15]
Que disco bom! Os arranjos lindos, e eu adoro as letras de Arthur. Karina é um monumento de música.
[Revisita]
Sempre amei esse álbum porque sinto que Björk não só transpôs a beleza do álbum pro palco, como a elevou – algo que eu não imaginei que fosse possível.
[Revisita]
Voltando a esse álbum, percebi que em questão de sonoridade é claramente uma evolução de Clarice. A produção tá muito clara, coesa, muitíssimo autoconsciente e muito boa. Mas as letras... na primeira vez eu não tinha reparado muito bem quão bestas são a maioria das letras. Acho que ficou mais nítido pra mim agora porque ouvi Um Só, da própria Clarice, que eu considero a sua ... read more
Na transição de You're Been Flirting Again pra Isobel e a interpretação de So Broken foram os dois momentos em que meu espírito descolou do meu corpo.
[Revisita]
O Vespertine parece ser a continuação direta do Homogenic. Este termina com All is Full of Love, ao passo em que o Vespertine é um álbum de amor e individualidade.
Acho lindíssimo o conceito estabelecido para esse disco, de construção de um mundo pessoal e autossuficiente, e também amo o fato de ele ser elaborado a partir de sons de objetos pela casa. Tanto o conceito quanto a abordagem sonora são sempre referenciados, ... read more
[Revisita]
Continuando a narrativa em torno da persona de Bachelorette tendo como guia uma "guerreira do amor", Björk entrega um trabalho conciso e mais incisivo, comparado com os seus anteriores.
O Debut tem a curiosidade pela descoberta, o Post tem a liberdade e o Homogenic tem a seriedade. Conceitual e sonoramente, o Homogenic é uma declaração de compromisso e é um álbum divisivo na sua carreira.
É daquele tipo de álbum que o ... read more
[Revisita]
Não é pra qualquer um fazer um Post logo depois de um Debut.
Enquanto o Debut soa como alguém descobrindo o mundo, o Post já é mais incisivo e, assim como o seu antecessor, o Post sobreviveu muito bem ao tempo. Tem alguns highlights (Army of Me, Hyperballad, I Miss You) que são insuperáveis e são exemplares da força de Björk
PRIMEIRO ÁLBUM DE 2026!!
Resolvi revisitar esse álbum porque 1. É dos melhores da carreira de Beyoncé, fazendo parte de uma sequência excepcional 2. É um álbum alegre, jovial, te joga lá pra cima.
Eu não consigo superar como Beyoncé assumiu a responsabilidade de realmente tornar-se uma lenda e faz isso criando álbuns que mais parecem o trabalho de um musicólogo do que uma mera diva pop/performer (como gostam de ... read more
Uma bagunça sem tamanho. Acho que algumas coisas funcionam isoladamente, mas ficam péssimas juntas.
[Desafio Brasil #12]
Para mim, é sempre um choque ouvir trabalhos tão brilhantes assim. É que pra mim é chocante perceber que algumas pessoas tem uma mente criadora tão forte, que conseguem fazer ligações tão absurdamente distantes darem certo.
É isso que Itamar faz. Tudo é interligado tão bem e com tão claro propósito, que é algo digno de admiração que não tenha virado puro ... read more
O aspecto mais fraco de Titanic é a sua trilha. Parece trilha de filme natalino e as músicas giram em torno de My Heart Will Go On.
Tematicamente, morfa de vulnerabilidade pessoal para a racial, como se estivesse indo às raízes da coisa. Muito bom e inesperado como sonoramente o disco também se aprofunda.
Um puta exercício criativo. Um álbum claramente feito pra não se importar com opiniões de terceiros, mas é também uma ótima maneira de chamar a atenção para a habilidade de construção musical da banda.
[Revisita]
Não tem palavras pra descrever o quão fora da curva é esse cd. NADA está fora do lugar, o que é bem interessante já que o disco é bastante peculiar. É também muito obsessivo mas com uma obsessão silenciosa, meio mórbida... é um trabalho lindíssimo que envelheceu como um bom vinho (se é que envelheceu um dia sequer).