Eu tô APAIXONADO por essa trilha desde que ouvi no filme. Hipnotiza qualquer um, e eu gosto bastante dela aplicada ao filme porque ela se sobressai e soa desconexa, mas, ao mesmo tempo, faz total sentido.
[Revisita]
Debut é um álbum lindo para se inaugurar uma carreira solo.
É um sopro de jovialidade, tem o senso de curiosidade de uma criança mas o senso de "autoconhecimento" e propósito de um adulto cm a terapia em dia. Além de que tem muitíssima personalidade e já, de cara, comunica quem Björk seria dali pra frente: uma artista que consegue enxergar algo simples por ângulos inusitados e animadores.
Cem anos de história comprimidos numa interpretação enérgica, com uma dinâmica sem igual. As peças são marcantes, imponentes, complexas e foram lindamente executadas à altura.
Ichiko fez eu me sentir pequeno, como se eu fosse um átomo no mundo. Ao mesmo tempo, me senti uma criaturinha encantada tipo uma fadinha, ou Arrietty d'O Mundo dos Pequeninos (2010). Amei a sensação.
Sorte de Marina que o Coisas Naturais hitou, porque esse ep vai hitar por tabela.
Achei incrível um ep curto, com músicas tão curtas, ser tão enjoativo. Genérico demais.
Que coisa mais linda. Eu não sei onde tava com a cabeça quando ouvi esse cd pela primeira vez e não gostei. Letras lindíssimas, arranjos ainda mais bonitos, voz angelical... que trabalho lindo
Johnny é muito engraçado. Lembro dele uma vez falando que as pessoas não escutam artistas independentes no Brasil. Isso pode ser até verdade, mas também falta esforço da parte dele para ser ouvido.
Como pode um álbum ser tão ruim? Desperdiçar colaborações com Ney Matogrosso, Daniela Mercury e Lia de Itamaracá dessa maneira, com músicas tão mal elaboradas?
Me senti numa festa do fim do mundo e quando o álbum acaba é a hora que o mundo explode. Poético
Me conquistou pela forma como equilibra introspecção com momentos explosivos, que eu considero muito bem vindos e os pontos altos do álbum.
Minha nossa senhora, que coisa mais linda. Que interpretação chique e com peso. Me fisgou por quase 1h.
Impressionante como o álbum termina do mesmo jeito que começa e não tem absolutamente NADA de interessante exceto pela voz de Summer
Eu tô apaixonado por esse trabalho. A cada vez que eu escuto, gosto mais
Sempre tive muitas reservas quanto ao trabalho de Davi, seja em suas colaborações ou seus trabalhos próprios. Acredito que ele sempre foca demais na sonoridade e pouquíssimo nas letras, que, por sua vez, soam brega demais ou levemente imaturas. Mas aqui a produção é tão boa que as letras são o de menos. Mesmo que alguém queira prestar atenção nas letras vai ser difícil, já que a mixagem não ... read more
Voz lindíssima, mas isso apenas não é o suficiente para se fazer um álbum bom, ainda mais um tão comprido quanto esse. É cansativo pela duração, e exaustivo pela repetição.
[Desafio Brasil #1]
Ney tava muito a frente aqui. Que trabalho GIGANTE. É impossível de classificar, de absorver inteiro de primeira, possui 1000 texturas diferentes por minuto... é um trabalho extremamente intricado. Absurdo! Só esse disco é maior que qualquer coisa lançada pelos Secos & Molhados.
A Ceia é chiquérrima.
Um ep dentro do esperado, muito agradável, mas essas últimas músicas... que tédio
Ouvindo novamente ele melhorou um tiquinho mais. É um álbum muito simpático e abrangente
No que diz respeito a sonoridade, é uma grande evolução.
Infelizmente as letras não acompanham essa evolução. Baco ainda não aprendeu a entender o que ele quer dizer nem a aprimorar COMO dizer. Além de que, novamente, tem uma dificuldade em formar um conceito mais conciso.
Que cd absurdo! Kate Bush soa atual e constrói um mundo VERDADEIRAMENTE sensual. Eu não acho nem que deveria estar escrevendo review após ouvir pela primeira vez, mas tô simplesmente chocado.