Uma simbiose de tradição com modernidade de uma forma muito criativa e sem perder as raízes. Definitivamente não quer soar ocidental demais, apenas usa uma nova abordagem para um estilo tão tradicional e o resultado é lindo.
Gradualmente vai ficando mais e mais chique, mais sedutor, mais misterioso. Há uma mudança de sonoridade muito uniforme, que faz sentido e é lindíssima.
Quanta intensidade, quanto drama, que interpretação e lirismo incríveis. Estou bastante surpreso pela qualidade deste álbum. Não que eu estivesse esperando que fosse ser ruim, mas porque não imaginei que iria gostar tanto quanto eu gostei.
Certamente irei acompanhar Mon Laferte daqui pra frente.
Ps: a voz dela tem bastante personalidade. Em alguns momentos é geniosa como a de Björk; realmente muito linda.
Ps²: não esperava ... read more
O que mais gostei nesse álbum foi que ele parece bastante familiar. Tudo, desde as batidas até a voz da vocalista, dão uma sensação de déjà vu, que eu não conseguir determinar onde eu já havia ouvido.
No entanto, o motivo pelo qual eu gostei, foi também o que eu desgotei. Porque dá a sensação de que falta alto para demarcar a personalidade própria da banda. Mas gostei mais do que desgostei.
Muito boa, mas não tem a mesma força criativa da trilha de Pantera Negra. A música de James Blake é um ENORME destaque. Apenas ele consegue cantar como um fantasma vitoriano que está assombrando uma mansão há dois séculos.
Além disso há apenas alguns momentos interessantes. Em geral, é uma trilha segura para um filme popular.
Extremamente pessoal, emocional e expositivo. Daqueles álbuns que é DIFICÍLIMO que um artista faça com esse mesmo nível de vulnerabilidade.
Com músicas muito boas, vale dizer, Lily expõe o luto do seu relacionamento e as dificuldades mais íntimas da vida matrimonial, realmente muito corajoso.
Quando ela fala "obrigada" no final de Tabula Rasa, eu quase tive um treco e depois quase tive outro no final de Notget.
Francamente, não estou aceitando que ela colocou no deluxe músicas muito melhores que algumas do álbum principal.
Ps: nota valendo só para as músicas novas
Coisa boa é estar feliz... num instante surge inspiração e música boa.
Acho interessante Demi se aventurar em outros gêneros, mas onde ela brilha realmente é no pop. Nesse disco soa como se ela finalmente estivesse se encontrando artisticamente e, aliás, tem uma sonoridade que lembra muito Robyn que eu não esperava vindo dela.
Acredito que esse disco esteja sinalizando trabalhos sólidos futuros. Ou assim eu espero. Enfim, esse foi ... read more
Ouvir um lançamento de Sílvia é sempre motivo de animação pra mim. Amo sua voz, sua interpretação e como sua energia permeia muito fortemente nas suas músicas. E, embora eu não esteja familiarizado com o trabalho de Salvador, aqui ele carrega as mesmas características. Uma coisa linda de se ouvir
Não consigo me acostumar com a voz de Elton; tem algo nela que eu desgosto, mas não consigo apontar o que. Isso foi um dos principais motivos pelos quais eu não gostei do disco, mas, em geral, não é minha praia mesmo. Consigo reconhecer a qualidade da produção e da construção do cd, mas só não clica comigo.
Muito interessante. A voz da mulher em alguns momentos lembra a de Elza Soares.
Bem safe, morninho, redundante, sem muitas variações emocionais ou sonoras. Mas vocais lindos e boníssimas intenções, então acompanharei futuramente.
Port Pelegrí parece um toque de alarme de celular. Em compensação, Puerta del Sol é lindíssima, de longe a melhor do álbum. Tramuntana também é ótima.
Belíssimo. Tem um quê de felicidade, de saudade, de tristeza... parece um balanço geral da longa vida de Mateus Aleluia, em que ele pincela sobre aspectos e momentos fundamentais para ele.
Destaque para "Filho", que é uma linda homenagem, mas, principalmente, friso bem, que o maior destaque e ponto altíssimo do álbum é Jogo de Engano. Essa é facilmente uma das músicas mais lindas do ano.
"Não fiz mal em me ... read more
Pouquíssimas coisas me chamaram a atenção. Achei meio insosso, meio morno, nada que brilhe os olhos.
[REVISITA. Antes: nota 40. Maior salto de nota que eu já tive]
Tem horas que eu penso que revisitar é mais importante que conhecer coisas novas! (Explosão)
Quando ouvi o Virgin em seu lançamento, senti uma irritação inexplicável. Não entrava na minha cabeça como alguém que havia lançado dois dos maiores álbuns pop da década passada (Pure Heroine e Melodrama) tinha (supostamente) se perdido tanto assim, ... read more
Não sabia que tinha como melhorar as músicas, que na versão de estúdio já são ótimas, mas Kelela foi e mostrou que tem como sim.
No que se refere à sonoridade, esse álbum é uma jornada e tanto. Amei bastante e sinto que vou gostar mais conforme for ouvindo novamente.
O brilho está na voz. Vocais fortes, ágeis, lindíssimos, delicados, é realmente um disco de um VOCALISTA. A consequência: todo o resto fica negligenciado e acaba que fica entediante ou, no mínimo, não acompanha a voz.
Aliás, até em relação aos vocais eu tenho ressalvas. Se o disco é feito para realçar a voz, a mim não faz sentido que os vocais sejam utilizados de maneira repetitiva.
Faltou ... read more