É um álbum de rock? É um álbum de jazz? Ou é de rap? Francamente não dá pra diferenciar, já que os gêneros se mesclam tão incrivelmente bem.
Esse é um trabalho espantosamente gigante e ambicioso. É ambicioso mais na execução do que provavelmente é na concepção e intenção.
Arrisco dizer que é um dos melhores trabalhos não só do ano como da ... read more
O tipo de álbum que fala muito mas não tem muito a dizer. Nada é aprofundado ou, no mínimo, apresentado de uma maneira palpável. Parece mais um punhado de músicas que poderiam se tornar um álbum, algo como um início de produção.
Ainda assim, a nota dos usuários daqui é muito exagerada. Querendo ou não, a estrutura do álbum (vocais, instrumentação, mistura de sonoridades, conceito) ... read more
Tem uma proposta boa, mas há algo nele que o faz soar datado mesmo sendo desse ano. Talvez esse eletrônico europeu batido...
Eu entendo muito a decisão dos instrumentais serem tão minimalistas – basicamente é só voz e violão –, pois realça a voz lindíssima de Annahstasia. Entretanto, na minha opinião, isso castra o potencial dela e do álbum.
Tengo еl pecho muy caliente y no aprendí a morir
Nossa, como eu amei esse disco. Com sonoridades tão diversas, que busca enaltecer as raízes da Argentina, mas acaba enaltecendo também a América Latina como um todo; até samba tem no CD. Amei demais as letras, muito lindas. E gosto das inserções pontuais de elementos atuais nas músicas pois dão um quê charmoso de novidade.
O disco começa bem tímido, tão tímido que eu tava até entediado. Mas, gradualmente, vai desabrochando, tomando forma e ficando mais interessante sonora e emocionalmente falando.
Dito isso, não é meu tipo de música.
Ps: gostei do cover de reckoner.
Ensolarado e com um repertório amplo de referências e de homenagens aos ícones e à própria música brasileira.
O rap linkado a uma variedade de gêneros diferentes sem soar bagunçado ou como houvesse algum tipo de esforço exagerado. Natural e incrivelmente bem costurado.
Destaques: Para Kendrick e Kanye, Saudade do Mar, Iminência Parda e Bandido
Não gostei: Melhor Vida, que letra horrenda é essa, parece as de Baco. ... read more
Aqueles que têm diário devem saber bem o sentimento de escrever em fluxo de consciência sem se preocupar com o que e muito menos com a qualidade do que está sendo escrito.
Esse álbum pra mim é um diário sonoro. Nesse caso, tem seus pouquíssimos prós, como o fato das emoções estarem cruas e de se vazar uma certa vulnerabilidade; mas, em compensação, possui muito mais contras.
Eu falo do diário ... read more
Assim que a primeira música começou, imediatamente lembrei de Radiohead, muito pelo fato da voz do vocalista ser muito semelhante. Achei que a semelhança pararia aí, mas dá para se fazer alguns paralelos entre esse disco e o OK Computer.
Obviamente, os paralelos são puramente temáticos pelo fato do djsco oferecer algumas observações sobre a vida contemporânea nos âmbitos político, social e pessoal. Porém, ... read more
Senti como se tivesse ouvindo uma fusão de Solange, Azealia Banks e Kelela.
Que trabalho chique; apesar de eu achá-lo grande demais, o que o faz ser levemente repetitivo em alguns momentos, ele ainda consegue ser equilibrado, coeso e sonoramente interessante. E ainda serve mt cunty.
Nada fora do comum, nada de diferente do básico. Mas é um básico bem feito e um álbum agradável de se ouvir.
Já ouvi essa música há umas 2 semanas e desde então ela simplesmente não sai da minha cabeça. Facilmente uma das melhores músicas do ano.
Aqui está o exemplo perfeito do quanto o Brasil melhora muito a música eletrônica com as nossas próprias influências. Aliás, não é de se chocar, a maior experimentação está partindo de artistas queer (oi, gambiarra chic pt2!).
Acompanhando o trabalho de badsista desde 2017, com o Pajubá, é sempre uma experiência única ouvir suas músicas. Esse EP me deu a sentimento de ter vencido o fim ... read more
Assim como aconteceu ano passado o "Universo de Paixão", de Natascha Falcão, esse ano Joyce Alane lança um ep com releituras de clássicos do forró. Muito nostálgico!
Não são roupagens exatamente novas ou inesperadas, mas são muito bonitas e abrilhantadas com a voz linda de Joyce.
Ps: "Lembrança de um Beijo" na voz dela (e com essa guitarra) foi de LASCAR! Que coisa mais CHIQUE! E, como se não ... read more
Meu deus, Julia, eu também quero poder tocar a lua!!
Esse é o terceiro disco desse ano (o primeiro sendo o Afim e o Carranca o segundo) que consegue me prender totalmente num mundo a parte.
Parece que me jogou diretamente nos anos 80. É magnético, apaixonante, enérgico, sexual, sensual e incrivelmente imagético.
[Disco chiquérrimo pra transar na beira de um lago (ou numa floresta) à noite, exatamente na vibe da capa]