O terceiro álbum de Arca é bem melhor que os dois anteriores, mas ainda não foi o suficiente pra me prender totalmente.
A produção é mais tranquilas em relação aos álbuns anteriores, so que novamente parece meio linear a de algumas faixas.
A voz de Arca, aqui, é bem dramática e muito agradável, combinou perfeitamente com a produção que em alguns momentos é bem ... read more
Estou começando a ouvir a discografia de Grimes, e achei esse álbum um pouco vazio.
Em alguns momentos parece que a voz dela faz parte do instrumental, a produção apesar de ter vários elementos, soa simples, mas lembra músicas bem antigas.
A voz dela é quase que totalmente coberta pela produção, e as letras não tem muito o que falar.
Espero realmente que os próximos albums que eu ouvir dela ... read more
A terceira mixtape é a qual ela finalmente entra no hip-hop e no electropop.
Com produções superiores a todos os seus trabalhos anteriores, esse projeto flerta maravilhosamente entre o pop, o hip-hop e o electropop, e consegue ser muito gostoso de ouvir.
Com letras românticas e sensuais que também mostram uma evolução a respeito de suas composições.
Esse é só o primeiro de vários projetos ... read more
Apesar de ser sonoricamente melhor que o Xen, o Mutant é um álbum extremamente cansativo e linear.
As faixas são muito parecidas umas com as outras, a produção de alguns parecem que esta em loop.
Mesmo a produção continuando experimentando diferentes sons, em alguns momentos cansa.
Se tivesse menos músicas e fosse menos repetitivo eu até ouviria mais vezes, porém esse álbum não me agradou.
Apesar de ser um bom álbum, ele não me prendeu nem um pouco e é muito cansativo para ouvir.
A produção é muito boa, mas em alguns momentos ela fica meio apagada, tem algumas faixas que até soam iguas.
As letras são o que eu mais gosto nesse álbum, a voz dele também é muito boa, é suave e bonita, só que um pouco entediante.
Não é um álbum que eu vou voltar a ouvir ... read more
Logo no seu álbum de estreia, Björk já mostra originalidade mesmo não sendo tão experimental quanto os outros.
Em resumo, o Debut é uma fusão de vários gêneros musicais, mas de uma forma bem harmônica. Não é igual os seus álbuns seguintes, que são muito experimentais.
As letras são românticas e atrevidas em alguns momentos, e a forma que ela canta é bem parecida com a ... read more
Antes de ouvir os Kicks, decidi ouvir todos os álbuns de Arca, começando pelo seu primeiro, de 2014.
Xen é um álbum de poucas palavras (literalmente), ele explora mais o lado produtora de Arca.
Com produções totalmente fora da caixa comercial, ele apresenta diversos tipos, em alguns momentos lembrei até de Björk.
É uma experiência interessante esse álbum, estou bem ansioso pra ver a ... read more
Esse é o segundo álbum de Porter Robinson, e o primeiro que ouço dele, e gostei bastante.
A primeira ouvida, se você não prestar atenção, vai parecer mais um álbum eletrônico cheio de produções aleatórias, mas ele é único em comparação a outros desse mesmo gênero.
É um álbum bem gostoso de se ouvir, a produção mesmo sendo eletrônica, ... read more
Não é o álbum do milênio, mas poderia ser.
Na época de lançamento desse álbum, Lady Fanfics colocou muito hype em cima dele, e acabou que tanto a crítica quanto o público massacraram.
Ele poderia ser um álbum lendário, mas a gravadora fødeo com a divulgação do álbum, deixando apenas com performances e dois clipes.
E também tem umas músicas/bombas que ... read more
O álbum de estreia de Billie Eilish é surpreendente, nas composições, mas principalmente na produção.
É louco de pensar que esse álbum foi feito por Uma garota de 17 anos e seu irmão.
As letras são melancólicas mas não totalmente, ela fala de diversos assunto, como paralisia do sono, ser uma fumante passiva, entre outros.
Mas o que mais se destaca nesse álbum é a ... read more
O sucessor do aclamado Golden Hour é uma boa transição para um futuro álbum pop de Kacey.
A produção é bem equilibrada entre o pop e o country, as melodias são muito boas mas nada de tão incrível.
As letras falam sobre o seu divórcio com Ruston Kelly e como ela superou e está superando isso. Sua voz continua muito agradável nesse álbum.
A primeira metade desse álbum ... read more
Continuando a torturosa missão de ouvir a discografia de Ed Cheetos, hoje vou avaliar o "÷ (Divide)", é seu álbum de mais sucesso comercial, mas é tão medíocre quanto os outros.
A produção é um pop cansativo e comum, além de ser um álbum longo com músicas parecidas. Até o seu álbum mais recente, "= (Equals)", se arriscou mais na produção (mesmo ... read more
Apesar de ter letras super reflexivas e uma produção diferenciada, o álbum de estreia de Melanie Martinez peca em alguns pontos.
Com uma produção que contém brinquedos infantis e diferentes elementos, em alguns momentos deixam a desejar, principalmente a falta de coesão entre a produção de uma faixa para outra. Não que eu queira que esse álbum leve a mesma produção em todas as faixas, mas poderia ... read more
Aqui a velhota foi perspicaz, esse álbum é um dos maiores e melhores dela.
Se ela já vinha em uma constante evolução de um álbum para o outro, aqui ela foi gigante.
As letras parecem que ela envelheceu 20 anos, porque são absurdamente maduras em relação a todos os seus discos anteriores.
A produção não é tão pop quanto os seus álbuns anteriores, na verdade ela é ... read more
O irmãozinho do Born To Die é mais escuro e sensual.
Apesar de ser uma continuaçãodo Born To Die, o Paradise apresenta elementos de produção diferentes.
As letras também são mais ousadas (como Cola rs), e Lana também ousa bastante nos vocais.
Mas tem várias unreleaseds que poderiam entrar aqui no lugar de algumas faixas chatas.
É uma continuação digna, tem um lado que lembra o Born To Die, mas ... read more
O terceiro álbum de Adele é mais pop que o anterior, e também melhor.
Ao contrário do 21 (que é mais R&B), esse álbum é bem pop/soul, talvez por isso à produção seja mais diversificada e as músicas mais diferentes uma das outras, as melodias também me agradam mais.
As letras, na minha opinião, não são tão diferentes (mesmo que as do 21 sejam melhores), mas são ... read more
Eu fiquei surpreso quando esse álbum foi lançado, já que a Fanfiqueira Del Rey raramente cumpre algo que promete.
Líricamente, é o seu melhor álbum ao lado do Norman, as composições são bastantes diversificadas, ela fala sobre sua relação com a mãe, sobre seus familiares, sua arte, e claro, sobre alguns machos.
A produção é muito interessante, pois é bem nua e ... read more
Lançado no auge da pandemia, folklore juntamente com o evermore são os álbuns mais introspectivos da discografia de Taylor .
Com uma incrível produção e ambientação, além das letras incríveis que são as melhores de sua carreira.
Também foi uma boa entrada de Taylor na música alternativa.
Esse álbum foi muito importante pra mim, foi com ele que eu comecei a ouvir Taylor. ... read more
My Everything, se você fosse um álbum coeso, qual seria?
Esse álbum é uma bagunça, ele não segue uma sonoridade certa, isso me irrita, e as faixas mais coesas são repetitivas e chatas, além da produção ser apenas um pop básico.
As letras também não são nada de mais, acho até que as do primeiro álbum são melhores.
E a pior parte é quando à ... read more
Born To Die é sem dúvidas um dos álbums mais icônicos e controverso da última década.
Com produções totalmente diferentes do pop eletrônico que estava em alta na época, esse álbum foi abraçado por uns e massacrado por outros (inclusive pela crítica da época).
O que mais chamou a atenção do público na época, foi a estética vintage e única de ... read more