Existe aqui visivelmente uma busca, ao mesmo tempo que consolidação, de som por parte da banda. O disco se permite experimentar em diversos momentos, seja usando instrumentos atípicos pra música desse período como um todo, ou então dando direcionamentos e densidades novas para os instrumentos mais comuns. Em paralelo a isso, fica nítido que o grupo se encontrou nas bases acústicas acompanhadas por longos épicos líricos com ... read more
Não é muito justo apontar a repetição como o grande defeito desse disco, já que esse é um fator bem comum na discografia do Dylan como um todo, mas eu sinto justamente que é isso que agrava o problema ainda mais. Ele sempre foi um mestre em explorar esse aspecto da similaridade entre as faixas e da repetição dentro delas, mas sempre utilizou isso não só como algo que te envolve na narrativa que está sendo ... read more
Esse disco é uma grande mistura de elementos bastante únicos, só embebedadas por um contexto extremamente característico. A começar pela dedicação que é posta nos pequenos detalhes aqui, as faixas são cheias de sintetizadores que ficam mais de fundo costurando o som, as vezes sumindo e voltando apenas em momentos de floreio, junto com uma espécie de xilofone (infelizmente não sei se é de fato o instrumento, ou ... read more
Aquele meu texto virou só memoria, depois vou revisar isso aqui com calma.
O álbum pode ser repetitivo, pouco memorável, cafona até dizer chega e até mesmo genérico; mas eu não teria a coragem de dizer que ele não é divertido. Mesmo que as guitarras insistam em seguir o mesmo estilo de riff de novo e de novo, a dinâmica que o Zakk coloca nelas, e a maneira que elas cobrem e são cobertas pelo vocal do Ozzy dão aquela vontade muito primal de bater cabeça. Como quase todas as faixas ... read more