Tenho gostado muito de acompanhar tudo que Jane Remover tem feito. A música com o Danny Brown, tipo assim, DIVINA.
A melhor forma de você quebrar as expectativas de quem espera que você repita sua própria fórmula de sucesso e indo pra um caminho que ninguém esperava e de preferência, mais descontraído.
Lembro de uma entrevista da Arooj Aftab falando sobre como o processo de criação do Night Reign (2024) foi estressante por conta da expectativa de excelência que o sucesso dela com o Vulture Prince (2021) havia criado. De fato isso me pega muito, como um artista se supera depois de todo mundo dizer que o que ele fez é nada menos que perfeito?
Tia Cabral levantou as expectativas o mais alto que pode depois de The Turning Wheel (2021). A atmosfera teatral que ela ... read more
O que é coerência afinal?
Curioso usarmos muito o termo quando desenhamos a linha que separa trabalhos bons de ruins. Curiosa também a controvérsia da coerência, que em demasia entrega um trabalho monótono e em falta faz carecer de algum norte.
Coisas Naturais é mais um projeto meta-linguístico que aparece assim: orgânico, suave, nada forçado. Mas acima de tudo isso ele é coerente: é a colagem de ... read more
É meio que a contraposição do hyperpop acelerado que a gente tanto consumiu nos últimos anos. Quase que um álbum construído no respiro e no desacelero. Genial.
Acho impecável como esse álbum emula os anos 80 de forma tão chique. Melhora a cada ouvida.
Nunca comprei muito a brisa de Men I Trust mas acho que aqui de fato eles me pegaram...
Não gosto desse lugar pra qual a geração da qual eu faço parte caminha. Entendo que todo mundo aprecia o passado em certa instância mas os millenials foram a primeira geração a ter sua nostalgia amplamente documentada na internet.
É quase como se só conseguissemos amar aquilo que já vivemos. Desde a divulgação do álbum senti apatia ao entender que teríamos praticamente uma ... read more
Parece que ela finalmente conseguiu consolidar tudo que ela tentou nos trabalhos anteriores e ficou no quase. Que LINDO acompanhar isso!
Tempos atrás me deparei com um conteúdo que mostrava como os gêneros de música eletrônica de altos BPMs tinham se popularizado em contrapartida dos tempos ansiosos que vivemos. Músicas sem respiro com marcações agressivas fazem parte do que descreve a principal estética do underground nos últimos anos. Ou pelo menos faziam.
Essa busca pelo interior dentro de uma pista de dança parece denotar uma tendência dos ... read more
thank you, youtube recommendations
Um trabalho cheio de músicas incríveis mas tenho certas questões com artistas que não conseguem ser curadores de sua própria obra.
Acho que o fato dela ter conseguido popularizar um trabalho com 1h30 de drone já diz muito sobre a genialidade dela.
Muito bom ver artistas e produtores trazendo frescor na revisitação de gêneros músicais tão clássicos. Chega de pastiche a gente gosta é de originalidade.
É interessante ver as pinceladas de experimentalismo que o álbum traz. Sem sombra de dúvidas o ponto alto de Debí Tirar Más Fotos é a produção.
When you guy says "come here check out this badass album" I'm expecting something exactly like THIS.
FLO é definitivamente um dos grupos mais interessantes que surgiu nos últimos anos e é um prazer acompanhar uma evolução tão rápida. O debut é um trabalho bem certo do que quer e abre um campo muito promissor pra estética que as meninas exploram. Talvez ele ainda peque em beber demais dos anos 2000 e trazer pouco frescor, mas ainda assim sinto que estamos prestes a ver as três fazendo história.
A atmosfera aterrorizante que se cria, a intensidade da voz grave de Camae, as letras extremamente fortes fazem do The Great Bailout um album de poesia que te faz sentir tudo, menos apatia.