[Recomendação 1]
Prog com toques de música clássica, a voz lindíssima de Jane Duboc, que toda vida que aparece engrandece o álbum (me passou uma vibe meio Massive Attack com Elizabeth Fraser), letras ótimas... amei demais
Álbum estranhíssimo, meio espalhafatoso e brincalhão até demais, mas dá super certo. Ainda que às vezes possa soar meio caricato, faz total sentido. Este é um álbum que camufla muito do seu potencial por trás da ludicidade.
É muito bom porque, mesmo sendo brincalhão por grande parte do tempo, há lampejos de sensualidade, uma certa seriedade obscura, assim como um ar de mistério. Enfim, muito charmoso e ... read more
[Avaliação pro Sintético Selvagem, que não tem aqui no AOTY]
É realmente uma pena as letras serem tão fracas, porque os beats são ótimos.
Ps: Costurar é a melhor do cd, de lavada
Acho que depois do falecido Kanye West popularizar a forma de produção que se assemelha a uma "colagem de sons", houveram diversas tentativas d3 replicar com o mesmo nível de esmero e criatividade e, como é de se esperar, acabou por saturar um método muitíssimo interessante.
Digo isso porque é uma ótima experiência a de ouvir um álbum anterior a esse movimento que é tão genialmente construído, ... read more
[Revisita]
Acho super válida a tentativa de Jorja em variar um pouco na sonoridade e sair um pouco da zona "músicas românticas focadas em vocais". Entretanto, acho que, apesar de amar esse disco, ele sofre com uma falta de maturação em relação à construção dos instrumentais e temática. Não entendo até hoje porque tantos interlúdios que não levam a lugar nenhum, por ex.
De qualquer ... read more
Sua ótima duração de 35 minutos é o suficiente para nos prender em sua claustrofobia e nos impressionar com esses riffs chiquérrimos.
Muito interessante o contraste entre o início da carreira e o álbum mais recente do Swans. Nunca pensei em ouvir a banda tão facilmente digerível. Enfim, gostei bastante da ideia de algo mais acessível partindo deles, apesar de não ter gostado tanto assim DESSE álbum. Ansioso pra ouvir mais coisas do início da carreira.
[Desafio Brasil #33]
Sou apaixonado pela capa desse CD porque Clementina parece uma entidade. E é exatamente assim que ela também soa. Essa é uma ótima amostra do samba e a voz de Clementina eleva as músicas de tal maneira que fica impressa claramente a sua paixão.
[Revisita]
[Desafio Brasil #32]
Nunca tinha reparado nisso, mas dessa vez percebi que talvez o problema dos Los Hermanos seja Marcelo Camelo... enfim, apesar de ser longo até demais, o Ventura é um álbum muito gostosinho, e é uma pena que, tendo esse disco na carreira, a banda seja conhecida pela música mais irritante que existe (Ana Júlia).
[Revisita]
[Desafio Brasil #31]
Minas nunca falha em me impressionar. É um álbum absolutamente magistral, criativo, exuberante, luxuoso, e ainda que trate de temas tão sensíveis – como é o caso de Simples ou Trastevere, por exemplo –, não perde a compostura.
Tem horas que eu vejo falarem sobre o estado da música brasileira e tento não me manter com a mente no passado, afinal, a música, como toda forma de arte, se ... read more
Não é um álbum ruim, gosto bastante da dualidade entre a suavidade da voz de Cobrah e dos tons de agressividade e dominância que permeiam o álbum. Entretanto, acredito que o álbum peca na paleta sonora, que é muito restrita, ao ponto de me dar a sensação de estar ouvindo a mesma música repetidamente (eu falo da sonoridade, mas isso se estende aos temas das letras).
Ps: Dog é muito boa.
[Revisita]
[Desafio Brasil #30]
Assim como o Mulher do Fim do Mundo é para Elza, o Olorum é exatamente o que se espera de um artista que remexeu e revolucionou a música brasileira e que, após décadas e décadas de carreira, mantém-se com todo o gás, gana e visão artística do início.
Sou absolutamente apaixonado pela música de Mateus Aleluia. Sou fissurado nas poesia e no storytelling das suas letras, mas ... read more
Sonoramente é muitíssimo interessante, mas o pecado tá nas letras, que não geram o mesmo entusiasmo e, por vezes, soam meio adolescentes.
Não entendi muito bem como que ideias boas se diluem tão facilmente em sons tão óbvios e batidos. Todas as músicas, ou a maioria delas, me deram a sensação de que eu estava ouvindo rascunhos ou músicas em estágios muito iniciais de produção, em que a ideia pode não estar muito bem delineada.
Meu primeiro contato com Kovtun e definitivamente continuarei acompanhando. Que atmosfera fantástica é construída nesse disco e com uma mistura relativamente inusitada. Amei
Apesar de ter momentos bons e de não ser um cd necessariamente ruim, a sensação que deu é que já ouvi esse álbum mil vezes antes.
Ps: da metade pro final, o disco vai ficando mais solar e melhorando na mesma medida.