Em algum momento parece que vai ser uma obra de Dream Pop misturado com Dub, mas aí entram uns sons ambientes e depois umas guitarras.
Delícia de álbum. No seu álbum homônimo de 71, o Tim Maia traz um soul music com elementos brasileiros encorpados. Gosto muito da presença de uma guitarrinha de fundo que pontua aqui e ali com um solinho delicioso. O álbum perde um pouco de folego nas últimas faixas, mas não deixa de ser uma produção genial. Creio que não preciso citar o quanto o Tim Maia canta bem ou esse tipo de coisa.
Um bom álbum. Tem algumas composições que talvez caiam nessa coisa de 'música saudosista de cantor velho' mas isso não resume o álbum. Com suas memórias e letras autobiográficas o Paul consegue trazer momentos muito interessantes, como a psicodélica "Mountain Top", o hit instantâneo "As You Lie There", "Life Can be Hard" que poderia facilmente estar em um White Album ou outro ... read more
Esse cover de Norwegian Wood é de alguma forma superior à versão original.
Álbum extremamente conceitual do Milton. Destaque para a produção musical. Harmonias de saxofones, violinos, linhas de baixo, corais, guitarras, sintetizadores, falsetes super agudos do Milton, vocalizações diversas, e toda qualidade de sons de estúdio. Isso para não citar as letras enigmáticas e poéticas. Uma peculiar obra de música progressiva brasileira.
Um álbum conceitual que emana melancolia. Nos levando a uma pequena vila no interior da Inglaterra, a banda usa um misto de psicodelia, e do som resgatado das décadas passadas, para se opor ao rumo que o mundo parecia tomar no final dos anos 60.
Preciso ouvir o álbum de novo antes de escrever uma review de verdade.
Edit 1: Definitivamente um álbum megalomaníaco no seu minimalismo.
Tem algumas composições muito boas... talvez as 4 primeiras faixas... mas uma pena que fica um tanto genérico em algum momento... guitarra e percussão com ansiedade com uma voz sustentando as vogais lamentando sobre alguma coisa, representando bem essa coisa do rock alternativo do fim dos anos 90.
Serial Moanings Lain.
Pura essência dos anos 60 em 2026. Música simples, bonita, melódica e do que tipo que falta nos dias de hoje. E a capa me lembra um campo vetorial.
É estranho ter que avaliar esse álbum como os outros que já ouvi. As faixas, talvez exceto por Hallogallo e Negativland, não são músicas no sentido convencional da coisa, são um conjunto de sons unidos criando uma paisagem sonora, é como caminhar por um ambiente estranho através da audição. Dito isso, a faixa de abertura, Hallogallo, é uma faixa excelente, que lembra o som que o Kraftwerk encontraria alguns anos ... read more
Esse álbum é tão heterogêneo que é até difícil escrever uma review. Dá a impressão que cada um escreveu a sua letra. O instrumental é experimental e excepcional.
Com seus 23 minutos de duração, Chega de Saudade é um trabalho de uma genialidade singular. Ao propor um modo novo de se tocar e de se cantar o samba, o nosso querido Joãozinho define um novo gênero musical que vai influenciar totalmente a música brasileira a partir de então. Ao ouvir a melodia grandiloquente do samba espremida nas seis cordas do violão e a voz menor do João a seguir o ritmo da levada minimalista empregada, ... read more
Provavelmente a obra máxima do rock alternativo. Um misto de letras crípticas, depressão urbana e melodias suaves com distorção.
É, Belchior. Também sou um rapaz latino americano, sem dinheiro no banco e vindo do interior.
Bem psicodélico. Um bom lado A e um lado B mais experimental.