Existem coisas que são carismáticas com você assim que você conhece, e com esse grupo não foi diferente, sempre dono dos meus prints pra status de WhatsApp, a banda me deixou obcecada com o EP Spring, e em seu terceiro álbum de estúdio, eles voltam a despertar bons sentimentos com o rock adocicado que apresentam.
Solos de guitarra, baterias poderosas e vocais afiados, o álbum traz uma sensação maravilhosa de estar numa garagem de qualquer banda de rock dos anos 90. Diria que é o melhor trabalho do grupo.
A cantora aposta em um pop mais limpo, em contrapartida dos experimentos barulhentos que vinha fazendo em trabalhos anteriores, a impressão é que a qualidade decai depois da segunda ouvida
Ela sabe que tem propriedade no que faz e aqui não foi diferente. Uma pena que Tinashe não tenha o mesmo reconhecimento que outras gatas da indústria, pois entrega trabalhos convicentes e não cheios de genéricos.
A cantora canadense volta a boa forma roqueira nesse novo trabalho. E é importante que as novas gerações saibam respeitar o trabalho de Avril, que ajudou a construir uma nova perspectiva dentro do pop, ao popularizar o pop rock nos anos 2000. Se hoje temos Olivia Rodrigo e Billie Eilish cantando sobre estarem tristes e de coração partido é porque lá atrás tivemos Avril pavimentando o caminho não só dessas, mas como de outras ... read more
Saindo da maravilhosa Coconuts, a cantora vem com o "Puta Pop", um trabalho que seria muito bem desempenhado por Valesca Popozuda e Danny Bond, a diferença é que essas duas conseguem ao menos arrancar algumas risadas. Falar de sexo em músicas é corajoso e essencial, mas nesse compilado soou repetitivo e bastante apelativo.
Apesar dos singles enjoativos e batidos,o álbum ainda consegue apresentar boas músicas, mesmo com versos que soam infantis como "Greta que gosta de treta". Bom, mas passa longe de ser o melhor trabalho da drag
Pop, divertido e alegre e sem pretensões dentro da proposta do filme. Mas peca em repetição e remixes desnecessários
Não tem boas letras (só umas 500 repetições de bunda,sentar e chão). Excessivamente genérico, algo sem nenhuma personalidade artística,tudo feito pros streams no Spotify. As parcerias com Anitta, Luísa , Ferrugem e Zé Vaqueiro salvam essa bagunça do caos total.
O artista traduz em seu trabalho as dores enfrentadas pelos estigmas que a sociedade impõe sobre os homens pretos, e isso ficou claramente marcado logo na introdução do álbum. Mas ao mesmo tempo, existem as delicias da vida. Coeso, puro e poético
A linha tênue entre um álbum coeso e ter todas as músicas iguais é facilmente observada nesse álbum. Meus maiores destaques são "Cure For Me" e as três últimas músicas.
Se você procura um bom álbum pop, Night Call com certeza é a melhor pedida. Com uma atmosfera pra cima, colorida e dançante, o álbum transmite uma vibe dançante até os últimos minutos. Destaque para Muscle e It's a Sin, com o grande Elton John
Depois de vinte e dois anos do "Mi Reflejo", Aguilera revisita suas origens latinas na primeira parte desse projeto, explorando bastante a regionalidade latina, como podemos ver em "Lá Reina". Veterana no ramo, a cantora também traz novos grandes nomes da música pop latina como Ozuna e Becky G.
Aqui claramente vemos uma crítica a indústria musical brasileira, onde a artista em seu local de fala das dificuldades encontradas no ramo, ao contraponto de privilégios alcançados por artistas cis e brancos. Além da parte política, o álbum exprime uma sonoridade que transita entre o pop, eletrônico e MPB.
O álbum começa com um ritmo lento, mas aos poucos vai evoluindo, e se tornando bastante agradável de escutar. Vocais impecáveis como sempre, e destaque para as belíssimas interludes, que nos transportam para uma rádio americana na hora