Praticamente os criadores do movimento grunge, a banda liderada por Anthony Kieds, mostra que apesar do tempo, ainda é muito boa no que faz: um rock melódico e gostoso de ouvir
Todos sabemos que Taylor não precisa mais provar a ninguém o tamanho de seu talento, mas a cantora parece ter se agarrado a uma personalidade "alternativa" para agradar a academia do Grammy, além de encher seus álbuns de fillers para conseguir grandes streams (e consegue graças a sua fã base fiel). Saudades da Taylor pura e criativa do Red, 1989 e Reputation
Delicado como as pêras e as pérolas presentes na capa do álbum, Carly mostra que tem expertise em fazer bons álbuns pop, porém as últimas músicas quebram a energia do compilado de músicas
Provando ser uma das maiores artistas pop da geração, a sueca entrega mais um álbum alegre, dançante e coeso. É triste viver em 2022 e Tove Lo não ter o mesmo reconhecimento que divas americanas mainstream. O melhor álbum pop do ano, junto com o Renaissance.
Brendon Urie tem star quality, e sua banda vinha de trabalhos alegres e contagiantes. Aqui a alegria permanece, mas não de forma tão intensa como nos dois últimos álbuns anteriores.
Aqui tenho a impressão que as músicas começam muito boas, mas vão decaindo ao seu decorrer.
O cantor passou cinco anos sem lançar um álbum desde o grande "Voicenotes" e parece não ter cumprido a expectativa de alguns fãs com seu novo trabalho. Músicas embaladas por um marasmo que soa sem vigor. Os singles soltos são bem melhores
Não se pode negar que o cantor é talentosissimo, e entrega vocais afinadissimos num timbre de voz doce e confortante de ouvir. Mas, as músicas longas demais trazem um pouco de marasmo ao álbum
No álbum de estreia de Pantaleão, vimos que o cantor tem talento e potencial para grandes trabalhos, e passeia em referências do cenário musical LGBT como Lia Clark, Glória Groove e Jão. Só precisa executar melhor seu trabalho e encontrar de vez sua sonoridade. O álbum acaba se tornando confuso decido ao pouco tempo de duração e as diversas referências sonoras já citadas
Vindo do smash hit "Circles', é nítido que o rapper decaiu muito de qualidade nesse álbum
Mais uma vez, Rina entrega qualidade e coesão num álbum onde todas as músicas passam por diferentes estilos e ainda assim consegue soar coerente e coeso.
Pra quem conhece a carreira de Demi, sabe que o rock sempre esteve presente em sua discografia, mas quem acompanha a cantora depois dos três trabalhos mais recentes, pode até estranhar a sonoridade do Holy Fuck. Com músicas que lembram os tempos dourados de Disney como 'Substance' e as arrojadas 'Bones' e 'Dead Friends', ela mostra que sempre capricha quando quer entregar um álbum e aqui não foi diferente
Assim como Pabllo Vittar fez com o Batidão Tropical, nesse álbum Aretuza homenageia o Nordeste, região na qual ela passou um período de sua vida. O álbum começa trazendo referências a bandas de forró, mas perde um pouco da identidade ao decorrer do álbum. Ainda assim, consegue entregar um álbum dançante e é lamentável a artista não ter tanto reconhecimento no cenário drag.
Dona de hits como Savage e WAP, a promessa do rap prova que tem flow, e sabe usar muito bem de seu rap style, mas derrapa ao apresentar músicas que soam extremamente iguais
Pioneiras do movimento kpop, as meninas do GG fazem um comeback mostrando que ainda são sim as melhores no que fazem
Beyoncé revisita grandes divas pretas da disco music como Donna Summer e Grace Jones, em mais um álbum repleto de influências da Black Music. Ouvir o Renaissance é se teletransportar para os grandes bailes da comunidade LGBT nos anos 70 e 80. Diferente dos seus últimos trabalhos, ela volta a mostrar que pode sim fazer música pop "farofa" de qualidade e dar a comunidade gay o que ela quer.
Depois do sucesso do Future Nostalgia e do What's Your Pleasure, muitos artistas começaram a investir na disco e na Dance music, e o que era fresh em 2020, já está soando batido e saturado em 2022, e neste álbum fica claramente visível isso.