Já tentei várias vezes, mas o ábum simplesmente não "vira" pra mim. Acho ele muito longo. Muitas vezes o instrumental é genérico e as composições são arrastadas e sem criatividade. É um álbum legal de rock, pra deixar de fundo enquanto faz outra tarefa, mas não consigo parar tudo e me concentrar só nele sem achar enfadonho. Dito isso, não sou louco de negar a importância do ... read more
Minha relação com esse álbum é estranha. Na primeira audição estava hypado pelo que já tinha ouvido falar sobre ele e por estar encantando com o OK Computer, então achei que seria "tiro certo", mas me decepcionei. Não entendi a proposta num primeiro momento, acho que eu estava esperando algo como o OK Computer, mas eu ainda não entendia o quão multifacetado o Radiohead poderia ser, entregando diferentes sons ... read more
De início, preciso deixar claro que fico feliz do Metallica ainda soltar novos trabalhos, mesmo que não sejam maravilhosos, é muito bom ter uma banda tão importante ainda tendo alguma lenha pra queimar
O àlbum é super bem gravado, bem produzido, e a voz do James parece a melhor em muito tempo
O Lars faz o feijão com arroz, não acho que comprometa, mas também não traz nada de extraordinário
Fiquei empolgado com as ... read more
Meio difícil de classificar.. não é ruim, mas também tá longe de ser ótima
Acho que é só decente, mediana
Que música pavorosa..
Não sei nem por onde começar, porque é tudo simplesmente péssimo
A melodia é quase colegial, previsível e enjoativa, com 2 minutos de música eu já esperava o fim
Os riffs e o solo são péssimos, parece que foram feitoa às pressas depois de um farto almoço de domingo, muito preguiçoso
E o que dizer da voz do M. Shadows? Realmente não esperava que ele já ... read more
Sublime. Toxicity tem uma aura de seriedade e protesto que é impossível não comprar desde a primeira audição. As letras e as músicas são agressivas, pesadas e objetivas, mas sem deixar de lado o senso melódico apuradíssimo e bem encaixado.
Mais do que qualidade das músicas em si, Toxicity representa a indignação e a raiva de povos marginalizados e sufocados pelo imperialismo genocida norte-americano, e, por ... read more
Não escuto com o mesmo entusiasmo de 7/8 anos atrás (talvez pela duração das músicas ou por mudança de gosto mesmo), mas a qualidade continua a mesma, e, pra mim, é o melhor álbum da banda. Os riffs e a harmonia entre as guitarras são excelentes, The Rev como sempre é letal na bateria, o vocal do M. Shadows é o que mais me agrada na discografia da banda, misturando uma voz clean (sem aquele anasalado excessivo que ... read more
Quando escutei esse álbum, praticamente só conhecia o hit "Drive", e adorava a música, então tinha a sensação de que deveria dar uma chance aos álbums da banda. Que decisão acertada, definitivamente acima do que eu esperava. É uma mistura de nu, alternative e funk metal, com claras influências de Korn e Faith No More, mas com personalidade própria. Se enquadrado dentro do "nu", sem dúvidas ... read more
Amo a banda, mas é impressionante como eles têm a capacidade de entregar músicas meia boca quando querem, não consigo entender como é possível ser genial e medíocre em um espaço de tempo tão curto. O álbum não é ruim, mas de uma banda que têm discos como "Ten" e "Vs.", eu espero MUITO mais.
O álbum passa muito longe de ser indispensável pra quem não é ... read more
Esse álbum é uma aula de como se fazer refrão. É impressionante, todas as músicas têm um refrão marcante e "grudento", mas sem ser chato em nenhum momento. Os singles são ESPETACULARES, e o "lado B", apesar de não manter o mesmo nível do A, continua sendo muito sólido, com excelentes tracks como "On Top" e Midnight Show", que não fariam feio como single também.
Com ... read more
Na missão de ouvir tudo que tem uma pontinha de Josh Homme, não poderia deixar de passar pelo cultuado "marco 0" do Stoner. Infelizmente, curti menos o álbum do que gostaria. Os riffs são legais, mas soam um pouco repetitivos ao longo do disco. Os vocais também são só legais... talvez por estar muito acostumado com os do Josh Homme, os do Garcia não me conquistaram muito. O som me remeteu ao QOTSA, mas bem mais conservador ... read more
Eis um dos melhores álbums dos anos 90. Claramente influenciou uma centena de trabalhos adiante, principalmente na área do nu metal. A vontade de banda de se desprender do som característico de antes é muito evidente (o que, ao meu ver, foi excelente pro grupo), tanto que culminou na saída do Jim Martin, que não concordou com a pegada mais agressiva e dark. A atmosfera sombria e agressiva é euforizante, a bateria do Mike Bordin é uma ... read more
Os fãs mais xiitas dos Strokes têm o pésismo hábito de comparar todo material novo da banda com a sua fase inicial (Is This It e Room on Fire). Por mais que uma análise sempre seja parcial de alguma forma, o ideal, ao meu ver, é tentar compreender cada trabalho do artista de forma independente, sem tecer comparações descabidas ou saudosistas.
Dito isso, Comedown Machine é um belo trabalho, bem superior ao antecessor, porque ... read more
Talvez o maior álbum da história do Hard Rock, e, na minha opinião, o melhor. A produção é excelente, deixando o som cru e pesado, se distanciando daquele hard rock farofeiro de antes, o que engrandece demais a experiência. Talvez a nota abaixo da média seja por conta da birra do pessoal com o Axl Rose, o que é algo infantil, por sinal.
Algumas músicas excelentes, outras totalmente esquecíveis e que deixam o álbum enfadonho do meio pro final, ainda mais levando em consideração a sua duração, o que torna bem difícil de ouví-lo por inteiro mais de uma vez.
Interessante. Apresenta uma mudança radical e válida na sonoridade da banda, que veio a ser maturada e culminou no espetacular álbum "The New Abnormal" de 2020. No entanto, aqui, com exceção dos excelentes singles e mais uma ou duas músicas, a sonoridade ainda é um pouco genérica e várias faixas são bem esquecíveis.
Decepcionante. É um Is This It, mas muito menos insipirado, sem os riffs marcantes e com várias músicas genéricas. Tirando 2 ou 3 músicas (incluíndo a fantástica "Reptilia"), não daria mais de 60 pro álbum.
Impossível dar outra nota que não 100. Obra-prima. Todas as canções são relevantes e memoráveis, o senso melódico do álbum é simplesmente inigualável, tal qual a qualidade vocal e a produção. As letras dispensam comentários, assim como o impacto que o álbum teve na sonoridade de quase absolutamente tudo ligado ao rock que veio em seguida. Audição INDISPENSÁVEL.