O primeiro álbum de Karol após sua polêmica participação no BBB traz algumas reflexões da artista, mas com uma certa vagueza. Sentia algumas vezes que as músicas iam de um lugar a outro sem falar muita coisa. A produção é bem sólida e agradável, e eleva o nível do álbum. Mamacita é uma artista talentosa, mas faltou algo em “Urucum” para ser maior. A capa é lindíssima.
Um álbum acabou com meu dia! Dividi a audição dessa obra em três partes e, cada vez que eu ia começar a escutar, muitos sentimentos ruins vinham à tona. Frases como “pelo amor de Deus”, “misericórdia” e “que porra é essa?” saíam da minha boca conforme ia escutando. O intérprete passa uma hora e dez minutos murmurando frases repetidamente para dar esse doce conceito de ecos. Ficou muito a ... read more
Em sua jornada por uma carreira internacional (principalmente nos EUA), Anitta lança o tão aguardado (por alguns) “Versions of Me”. Acredito que o maior obstáculo que a cantora tem para ser notada musicalmente lá fora é ela mesma. Desde que começou a lançar músicas em espanhol, Anitta vem atirando para tudo quanto é lado na esperança de alguma música ‘dar certo’. Nisso, ela não deixa ... read more
“Awaken, My Love!” é capaz de proporcionar uma experiência interessante, te fazendo ter sentimentos mistos durante a audição. Tirando uma faixa ou outra, não é um álbum que me dá muita vontade de ficar escutando, mas é bem produzido, bem escrito e não incomoda.
Não escutei a obra na época, então não há um valor nostálgico para mim, só sobra um pop básico um pouco irritante. O álbum ganha mais força em momentos que tenta fugir um pouco disso, mas sempre acaba parecendo um tanto barulhento demais, como se algo entre a produção e a voz da artista não estivesse de acordo. “Cinderella’s Eyes” reflete o tipo de pop que estava em alta no início ... read more
Miranda é muito talentosa, tanto como vocalista quanto como compositora. A artista sempre consegue entregar bons trabalhos, e com Palomino não é diferente. O álbum começa muito bem com Actin’ Up e segue assim por boa parte do projeto. Da metade para o fim não tem o mesmo efeito da primeira metade, com algumas músicas que parecem fillers. Se fosse um álbum de 10 músicas seria mais fechadinho, ao meu ver. De qualquer forma, foi ... read more
Sigrid retorna com seu segundo álbum de estúdio “How To Let Go”. A cantora que já havia mostrado a que veio com “Sucker Punch”, retorna melhor ainda com sua segunda obra.
Do início ao fim a artista entrega tudo o que é necessário para se fazer um bom álbum pop. Revezando entre músicas para dançar e ter um bom momento até baladinhas mais emotivas ao piano, Sigrid mostra seu talento como compositora em ... read more
Em 2020, quando lançou seu primeiro álbum “That’s What They All Say”, Jack Harlow se mostrou um artista promissor, mostrando muito carisma em um trabalho contagiante. Dois anos após o debut, agora com o nome em ascensão, Jack lança “Come Home the Kids Miss You”. Em seu segundo álbum, o rapper se mantém carismático, mas sem o mesmo charme de antes.
Minha boa vontade com esse álbum se vai pouco a pouco ... read more
Após dois álbuns um tanto irregulares, Arcade Fire lança o seu sexto álbum intitulado “WE”. Estava curioso para saber o que iria sair desse projeto. Apesar da capacidade de entregar grandes obras (“The Suburbs”, “Funeral”), a banda vinha de álbuns com grandes intenções mas execução confusa. Aqui não é diferente em relação às grandes intenções. ... read more
The 1975 chega em seu melhor momento com o terceiro álbum de estúdio intitulado “A Brief Inquiry Into Online Relationships”. Esse é o primeiro álbum a ser produzido inteiramente pelos integrantes George Daniel e Matthew Healy e como resultado saiu esse primor. Todo o background desse projeto é interessante, pois Matthew foi capaz de tirar de um momento de extrema fragilidade algo para se orgulhar em forma de arte. Claro que ele não foi o ... read more
The xx mostra como é entrar para a história com o debut em “xx”. Mostrando o que acontece quando pessoas talentosas trabalham juntas, o álbum de The xx conseguiu ser original e único ao mesmo tempo que vários dos elementos utilizados aqui não fossem novidade.
Apesar de entender quem não curte, acho a sonoridade incrível. Desde a ótima intro até o momento final, nunca se perde. É como se estivesse em uma ... read more
Lembra deles? The Pretty Reckless surgiu metendo o pé na porta em 2010 com o álbum “Light Me Up”. A banda de Taylor Momsen apresenta um rock que não era nenhuma novidade na época, mas que tinha todos os elementos necessários para não passar despercebidos por quem escutava.
Vale lembrar que Taylor tinha 16 anos na época e os temas expostos aqui são condizentes com o que uma pessoa dessa idade pode passar. Toda a rebeldia ... read more
Nas plataformas de streaming esse álbum é intitulado como “Justice”, mas aparentemente o nome real é “Cross”, que também pode ser estilizado como “†”. Apesar da confusão com os nomes, o debut do duo francês Justice é bem ordenado e coeso. Já havia escutado algumas músicas separadas do duo, mas nunca uma obra completa. O que foi claramente um erro meu, pois fiquei tanto tempo sem conhecer ... read more