O conceito é interessante, mas o disco é bastante arrastado do meio pro final
Uma diferença sonora brutal em comparação ao Reckoning, mudando a direção e aproveitando mais do folk, algo que foi abordado com mais ênfase anos depois, no Green.
Perde um pouco da potência da versão original, mas continua absolutamente incrível.
Definitivamente uma das experiências mais interessantes que eu tive ouvindo um disco.
Impressionante como tudo se conecta muito bem aqui.
A melancolia, conflitada com temas pessoais de aceitação e com a voz graciosa de Lucy, é o que dita o ritmo do disco.
A exploração através da orquestra foi uma estratégia ousada de Rosalía, principalmente após o grande sucesso de MOTOMAMÍ. Não só isso, a lírica voltada para a religião é muito interessante e casa muito bem com a sonoridade apresentada em LUX.
Sua segunda metade é inferior a primeira, porém, continua em alto nível.
Caótico e totalmente imprevisível.
Riffs pesados intercalados com glitches que causam sensações inesperadas ao longo do disco. Quem imaginava que Playing Classics seria um pop dançante após todo o álbum ir de encontro ao Art Rock?
Apesar de um tanto linear, é incrível como o disco consegue ser pegajoso e divertido. 20 minutos de um UK Pop que remete ao início dos anos 2000 com maestria.
Um primor.
Catto entrega um material emotivo, exageradamente romântico e imerso em aspectos pessoais. Através de uma sonoridade que mescla sons de guitarra distorcidos e um violino capaz de ditar a atmosfera do disco, "Caminhos Selvagens" pode ser considerado um dos melhores álbuns de 2025.
Baita disco. Através da música eletrônica, consegue transmitir uma atmosfera eufórica e experimental em certos momentos, sem deixar de ser frenético um instante sequer.