Se você acompanha o mundo da música, com certeza já viu o nome Geese em tudo quanto é lugar. Essa banda novaiorquina vem dividindo opiniões. Uns amam, outros odeiam. E eu? Bom, você já viu a nota aí.
Há muito tempo que eu não ouvia algo tão novo tão original. Sim, ele me lembram outras bandas também. A voz do Cameron Winter parece a do Julian Casablancas com as inflexões do Thom Yorke, além ... read more
Uma obra-prima, simples assim. O álbum vai além de uma trilha sonora para um especial infantil. Ele é um clássico não só de natal, mas, do jazz como um todo. Há sim algumas faixas menos memoráveis(que não deixam de ter qualidade), mas, a maioria são músicas icônicas e imediatamente reconhecíveis.
Feliz natal, Charlie Brown!
Minha primeira análise de um álbum que eu tenho fisicamente, pena ser de um álbum tão chato.
As músicas são tão genéricas, com letras parecidas e melodias esquecíveis que até parece que foi feito por IA. Mas não, é tudo só feito 100% pra ser radio-friendly mesmo.
Os anos 80 foram ótimos pra música brasileira, mas Despertar prova que foi longe de ser uma década perfeita.
Ah, a era do indie eletrônico que foi de 2007 até mais ou menos 2013. Esse tipo de música é bem nostálgico pra mim. Raramente um grupo desse gênero virava mainstream o suficiente pra tocar nas rádios, então eu conhecia tudo pelo PES e pelo FIFA. Com o CHVRCHES não foi diferente, já que eles tinham a música We Sink no FIFA 14.
Apesar de ser um álbum de estreia, a banda escocesa já mostrava seu som ... read more
Numa época em que o grunge dominava com seu som sujo e letras tristes, os Cardigans vieram lá da Suécia com seu som limpo e letras... tristes? É, não se engane. Apesar do som feliz, algumas letras, mesmo que não necessariamente pesadas, falam de temas sérios. Dito isso, é um dos álbuns mais good vibes que eu já ouvi.
Ótimo álbum de estreia e merece muito o seu tempo.
Nada mal pra um álbum de estreia ter uma das melhores músicas de todos os tempos, hein?
Os destaques são Dreams, Sunday e principalmente Linger, já o resto do álbum é bem esquecível. Fique com os singles pois são eles que compensam.
Esse álbum é muito divertido, até algumas das músicas mais lentas são contagiantes.
Uma pena ser um álbum tão curto e fica ainda mais curto se pular suas músicas esquecíveis. Mas são bem poucas então tudo bem.
Se você só conhece a Last Stop: This Town sem saber seu significado, vai estranhar boa parte das músicas do álbum terem um tom triste, mas se você sabe o contexto, vai achar Electro-Shock Blues um álbum devastador.
O tema principal é o suicídio da irmã e a morte por doença terminal da mãe do vocalista E. Algumas letras inclusive foram tiradas diretamente do diário da irmã do E, a Elizabeth.
Você ... read more
Eu gosto muito do álbum original e de mashups então eu tinha que ouvir esse álbum uma hora. É legalzinho mas raramente difere muito das músicas originais. A maioria das faixas são pra você colocar numa festa pras pessoas acharem que é a original e darem risada quando perceberem que não é
Não é a toa que foi o álbum internacional mais vendido no Brasil nos anos 90. Só pelos vocais crus e letras sinceras dá pra entender que a Alanis é uma pessoa que você não quer ver brava.
Mereceu o hype que teve. Realmente muito bom. É uma mistura de Kero Kero Bonito com Phoenix da época do Wolfgang Amadeus Phoenix e Radiohead da época do OK Computer.
Merece todos os elogios e notas altas que ele ganha desde que foi lançado, porém OK Computer pra mim ainda é ápice deles.
Gostei muito como eles não só continuaram com o som meio eletrônico do Kid A e Amnesiac(Ok, meio que só a 15 Step tem isso) e o som de rock mais tradicional do Hail To The Thief, mas também adicionaram um som mais acústico. Pra mim esse foi o ponto principal do álbum, se tiver alguma coisa pra ... read more
Deve fazer uns 5 ou 6 anos que eu não ouvia esse álbum do começo ao fim.
Não é meu favorito do Gorillaz mas ainda assim é fantástico.
Uma das coisas que eu lembro de não gostar nesse álbum é que a ordem das músicas não combina muito. Ouvindo de novo, eu acho que combina sim. Principalmente da 3 até a 6 e da 13 até a 15.
Sim! Nota mais alta que o Kid A, pode parar de me seguir agora.
Tirando algumas partes chatas, esse álbum é consistente. Os pontos mais altos dele compensam essas tais partes chatas
Não é grande coisa mas tem uns destaques legais. Eu tava esperando a pior coisa do mundo e no pior dos casos esse álbum só é meio chato e genérico.
Algumas músicas boas mas a maioria é muito boa. Incrível a variedade de instrumentos, temas e sentimentos.
Agora, não sei se é uma opinião impopular mas eu realmente não gosto das remasterizações de 2009. Ouvindo essa versão e depois ouvindo a versão mono, a versão mono combinou mais e melhorou muitas músicas.
Isso é uma compilação? Tem certeza? Além da grande qualidade das músicas, elas se complementam tão bem que parece um álbum de estúdio normal mesmo.
Quem sabe eu não ouça mais Shibuya-Kei depois desse álbum.
Esperava mais. Algumas músicas longas demais, outras só meio chatas mesmo.
Os dois singles principais são os destaques do álbum. O resto é legalzinho mas Common People e Disco 2000 são facilmente as melhores.
É estranho. Eu achei esse álbum meio entediante e repetitivo, mas ao mesmo tempo acho injusto dar uma nota mais baixa pra ele(mesmo que até eu me surpreendi com o 87).
Enfim, o álbum tem um som bem "urbano anos 90", eu gosto muito disso. Algumas músicas de destaque no meio de várias que, apesar de boas, são muito parecidas umas com as outras. A voz da Kelli Ali combina perfeitamente com esse instrumentais, o que me faz não querer ... read more