Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols é, antes de tudo, um álbum profundamente influente. Ele não apenas encarnou o espírito de uma geração, ele foi fundamental para consolidar a identidade estética e sonora do punk rock: a atitude agressiva, o desprezo pela autoridade e o anticorporativismo.
A própria banda foi a personificação perfeita desse movimento. Sua postura era tão crucial quanto a ... read more
Praticamente todos os problemas dos álbuns anteriores foram resolvidos aqui, uma evolução impressionante!
É fato que JPEGMAFIA se inclina muito para o lado melódico, sedo menos versátil do que de costume, e que, por ser uma compilação de singles, o projeto carece de coesão entre as faixas(apesar de que a sua produção faz o melhor possível nesse aspecto). Porém, as músicas são tão boas que isso tudo se torna pouco relevante.
O álbum apresenta algumas faixas excelentes, instrumentais únicos e resultados experimentais notáveis, além de uma produção extremamente eficiente. No entanto, o ódio retratado nas letras é tão exagerado e disperso que acaba soando infantil em alguns momentos.
Ademais, parte considerável das composições carecem de profundidade e parecem desnecessárias, o que contribui para uma duração ... read more
A superficialidade na abordagem dos temas centrais não é, por si só, um problema significativo, já que o estilo pop-eletrônico, por natureza, não se alinha com letras excessivamente densas. Aqui, o foco recai de forma apropriada sobre uma lírica curta e repetitiva, que sintetiza bem a mensagem, enquanto a produção sonora assume o papel principal na transmissão dos conceitos e emoções que o álbum pretende ... read more
Um dos mais fracos dentro da discografia da banda. Após estrear seu primeiro álbum com letras totalmente originais, os Beatles regridem para sua fórmula anterior, com apenas metade das composições sendo autorais. Pelo mais que o disco seja sim bom e tenha o espírito da banda, é um pouco decepcionante por esse fator e também por trazer muito pouco de novo à sonoridade do grupo.
Muito superior à versão de 1970. Uma prova de que a produção de um álbum faz toda a diferença; Paul McCartney obviamente possuía um entendimento muito mais claro da proposta do disco e como executá-la.
Nada inventivo, nada original, tudo bem simples, mas é bem executado. A banda sabe o que quer fazer, um som entusiasmante, divertido e que carregue a essência do rock n roll.
Apesar de ser um pouco repetitivo e isso me incomodar de certa forma, eu diria que o álbum é razoavelmente consistente. Obviamente superestimado, mas eu não diria que é ruim de nenhuma maneira.
Liricamente brilhante, repleto de críticas políticas, sociais e à indústria do entretenimento. Eminem é o rapper mais habilidoso que já existiu, uma máquina de rimas, rápido, preciso e muito inteligente.
Queen é uma banda fantástica na elaboração de super-hits icônicos e possui um padrão estilístico que me agrada muito, mesmo que dificilmente seja inovadora. Porém, o maior problema da banda é a falta de consistência, as faixas variam muito de qualidade; é como se não fizessem álbuns, mas sim compilações aleatórias que giram em torno de 1 ou 2 sucessos.
Um ótimo álbum de estréia. Apesar de um pouco prolongado, está repleto de músicas que trazem a essência da banda, com uma agressividade e audácia características.
Que execução primorosa! A combinação dos três músicos míticos é muito harmoniosa e cada um dos estilos se complementa. O resultado final é uma obra psicodélica com muita personalidade, composições instrumentais marcantes e uma sintonia perfeita.
Eu considero a versão Naked muito melhor, porém ainda classifico esse álbum como bom. Apesar de ter ressalvas quanto ao trabalho do Phil Spector, não vou dizer que ele é capaz de arruinar o trabalho, nem perto disso.
John Lennon é um dos melhores compositores da história da música, sem discussão. O álbum pode não ser tão consistente, mas as letras são algo surreal.
Uma experiência refrescante, que consegue extrair um ar de novidade dentro do já bem estabelecido estilo musical da banda. Led Zeppelin apresenta um trabalho de produção mais complexo, mas mantém a autonomia estilística e o toque humano dos integrantes.
Do início ao fim, não tem uma faixa que eu não goste, e todas são bem encaixadas e ordenadas no disco. Mas se eu tivesse que citar a melhor, essa seria No Quarter, um fabuloso ... read more
A epítome do metal, um som forte, questionador e repleto de carga emocional. Instrumentalidade excelente, que cria uma atmosfera pesada junto ao vocal de Ozzy Osbourne.