O início do álbum é empolgante, e serve tudo o que eu mais gosto da banda. É enérgico, com boas letras e no ponto para o que se espera do No Doubt. Porém o miolo do álbum dá uma cansada, com algumas músicas soando como fillers. Os maiores destaques são Ex-Girlfriend, Bathwater e a maravilhosa Simple Kind of Life. Os vocais da Gwen são únicos de uma maneira que são diferentes mas não incomodam, se ... read more
P!nk se acomodou em um lugar e não sai mais de lá. O problema é que esse lugar agora está instável e, como consequência, a cada novo álbum vem junto uma queda de qualidade e criatividade. As letras seguem certos maneirismos da artista, sendo super rasas. Parece que ela chegou num ponto em que não tem mais muito a dizer. A sonoridade é a mesma que ela vem aplicando em seus últimos trabalhos e não há muito que se ... read more
O início é bem desastroso. Algo meio Kelly Key com Banda Uó, soando como b-sides ruins da Gwen Stefani. Isso muda de forma surpreendentemente na faixa Handle Me, onde o álbum começa a fazer mais sentido e ser mais inspirado. Sonoramente parece datado por vezes, não é algo que eu escutaria hoje em dia sem ter algum valor nostálgico envolvido. Não achei tão pedante quanto outros álbuns dela que já escutei, na ... read more
MARATONA AOTY GRAMMY - 40th Grammy Awards
Escutar a discografia de Bob Dylan está na minha to do list. Em “Time Out of Mind”, já tinham se passado 35 anos desde o lançamento do debut de Dylan. O que podemos esperar de um artista depois de tanto tempo de carreira? Será que ainda há algo a dizer? Bob mostra que sim, que criatividade e personalidade são coisas que não precisam morrer com o tempo. O artista divaga com certa amargura e ... read more
É definitivamente um bom álbum. Raye passa ao ouvinte tudo o que precisa passar para que entendam que tipo de artista ela é. Tem momentos bonitos e com produção caprichada, flertando com o experimental, mas sem parecer amador. Ainda assim, senti que nada chegou ao nível de Escapism, e tá tudo bem, só realmente não me surpreendeu como tava esperando.
Consigo perceber boas intenções aqui, mas é bagunçado demais. Sam tenta explorar seus diferentes lados só que nunca vai a fundo ou sai do básico, não sendo tão profundo quanto pensa ser. A sonoridade não é coesa, Sam tenta explorar territórios diferentes, mas de forma nada sutil, parecendo um Versions of Me. As participações parecem muito aleatórias e Unholy é, sem dúvidas, a pior ... read more
Até a faixa 3, que talvez seja o ápice de qualidade desse álbum, as coisas estavam ok, mas sem demora tudo vai abaixo. As letras são fraquíssimas, mas pelo menos tava conseguindo curtir a sonoridade. Depois de um tempo se torna repetitivo e fica visível o quão sem alma essa obra é. As influências são bem óbvias e Maneskin não faz muito esforço para trazer algo próprio e marcante, apenas segue o ... read more
Ava Max volta com mais uma farofada que começa gostosinha e termina meio azeda. São músicas que escutando de forma aleatória no carro ou numa balada fluiria bem, mas que em conjunto soam semelhantes demais e cansam. Ainda que falte personalidade, é um álbum que você consegue ter um bom momento.
MARATONA AOTY GRAMMY - 39th Grammy Awards
“Falling into You” é um dos álbuns definitivos para quem curte cantoras com grandes vocais cantando baladas pop. É isso que esse álbum é em sua maior parte, explorando os vocais de Céline de forma muito emocional, o que torna a obra mais pessoal, mesmo a artista não estando envolvida na escrita do álbum. Devo dizer que it’s not my cup of tea e todos esses excessos me incomodaram ... read more
Para mim esse é top 3 de 2021. Hypersonic Missiles é um excelente debut, mas Sam conseguiu se superar em tão pouco tempo com Seventeen Going Under. Acredito que lágrimas caíram algumas vezes escutando a faixa título. Sam é storyteller, é aqui não é diferente. Contando sobre seu amadurecimento e ideias de forma honesta, sem soar pedante nem genérico. Sam tem influências claras, e a mais óbvia é em ... read more
Escutei duas vezes, pra não ter erro, mas não rolou, só serviu pra me torturar um pouco mais. Esse álbum é um combo de coisas que não suporto. Cada faixa é uma forçação de barra maior que a outra. As melhores acabam sendo aquelas que ela não tenta tanto parecer mais do que realmente é, como Hello Stranger. Tem alguns momentos oks e até diferenciados, mas se perde em meio a tanta pedância, trazendo ... read more
Sei que pode ser a intenção, mas parece música de série infantil. Tem uns elementos de produção que até são interessantes, mas todo resto é tão bobo que parece um álbum da Eliana com roupagem cult. De repente pra quem curte música assim faça mais sentido, mas pra mim não rolou.
Esse álbum é ótimo, não entendi o sumiço. Duffy veio numa época entre Amy e Adele, e assim como elas, entregou um álbum coeso que não se firmou em grandes hits e mais na qualidade. As duas primeiras faixas são lindíssimas e também o auge do álbum. Apesar disso, o álbum não chega a ir ladeira abaixo, se mantém bem. Mercy é um smash atemporal, bem delicioso mas tocou tanto que ... read more
MARATONA AOTY GRAMMY - 38th Grammy Awards
Eu amo as várias nuances desse álbum e como ele apresenta Alanis para o mundo, mesmo não sendo o debut da artista. Há uma complexidade de sentimentos sendo explorados aqui, jogando para o ouvinte toda a raiva e sarcasmo, fazendo dessa obra algo difícil de esquecer. Não consigo entender quem não gosta apontando como defeito a voz ou os exageros da artista, sendo que é isso que faz “Jagged ... read more
Tudo se encaixa perfeitamente aqui. As composições são maduras, honestas e íntimas. Os vocais são muito bem colocados e te dão vontade de continuar escutando pelo resto do dia. Os feats fazem bem o que devem fazer, mas preferiria sem eles. A produção é a cereja no bolo, servindo como uma cola em tudo. Destaque para Put It Down, Lost One e Pick Up Your Feelings. Amei, a única coisa ruim foi eu ter demorado tanto para escutar ... read more
Adoro que a lenda pegou um momento de trauma pra transformar em inspiração. Aqui tem um trabalho maduro, coeso e muito artístico. Shakira sempre foi uma artista de inserir muitos elementos em sua música, e isso é muito visível nesse álbum. Vai desde o pop rock, que era habitual dela, até um folk com solos de alaúde em Ojos así. Um dos melhores dela.
Não conheço a fundo o histórico desse álbum, mas sei que tem um tanto de polêmicas envolvidas no processo. É um trabalho sem artisticidade alguma, feito no automático. É medíocre em sua essência, não tem um rumo certo, parece que só pegaram umas batidas farofentas horríveis e encheram a voz dela de autotune e jogaram a bomba jurando que alguém ia comprar. Eu dei um grito quando vi que tinha feat com ... read more
Primeira vez escutando esse álbum e é bem o que eu já esperava. Melanie tem uma voz que me agrada, o que faz com que o tempo não passe de forma vagarosa durante a audição. Também é possível enxergar claramente que há uma proposta artística aqui e consigo valorizar isso. No entanto, a execução é um pouco bagunçada e as letras, por vezes, cringe, levando em consideração que ... read more
MARATONA AOTY GRAMMY - 37th Grammy Awards
O Roberto Carlos deles. Mais uma vez o Grammy escolhe um unplugged como álbum do ano, dessa vez com Tony Bennett. É a escolha mais preguiçosa de todos os vencedores que já escutei até o momento. É uma obra que em nada difere do que Bennett já fazia, parecendo mais um prêmio por conjunto da obra. Para quem curte o artista, isso certamente é um presente.